quinta-feira, 10 de abril de 2014

5 negócios para tocar em casa


Ficar mais perto da família, ter horários flexíveis e maior equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal. Muitos são os fatores que levam as pessoas a trabalhar em casa. Acrescente ainda o fato de que, muitas vezes, o investimento para tocar um negócio da própria casa é menor.
“Com o barateamento dos equipamentos de informática e de comunicação, é relativamente barato criar um ambiente funcional para administrar e elaborar suas atividades”, afirma Reinaldo Messias, consultor do Sebrae-SP. Sendo assim, está se tornando cada vez mais comum encontrar empreendedores que adequaram o ambiente familiar ao negócio. “A estrutura física deverá ser adaptável à atividade e não o oposto”, diz.
Veja a seguir cinco histórias de quem está conseguindo administrar um negócio no conforto do lar.
Marketing digital
Um computador, uma impressora e um telefone eram todo o material necessário para que publicitário Abner Joseph do Carmo montar a Alquimidia, uma agência digital, dentro de sua casa. Relutante com a hipótese de começar um negócio já alugando uma sala comercial, Joseph usou o dinheiro da rescisão de um contrato para investir no home office.
Um dos primeiros passos foi uma reforma para separar o ambiente comercial do familiar. “Dessa forma, amenizo as chances de ter minha privacidade invadida e perder clientes”, afirma. Na opinião dele, esses são dois obstáculos comuns na vida de quem decide empreender em casa. “Para driblar essas situações é preciso transmitir ao cliente uma sensação de que ele não está em casa, mas em um ambiente totalmente profissional”, diz.
Atualmente, Joseph tem cinco funcionários e um faturamento anual de R$ 200 mil. Por isso, cogita a possibilidade de se mudar com a equipe para um local maior, mesmo contra sua vontade. “Se não fosse pelo espaço, continuaria trabalhando em casa”.
Beleza
Foi atendendo clientes em domicílio que a cabeleireira Gislaine Marcandali vislumbrou uma grande oportunidade de negócio. Ao oferecer seus serviços com equipamentos básicos (tesoura, escova e secador) de forma improvisada, ela identificou a falta que um lavatório móvel fazia para melhorar a qualidade do trabalho. “Muitas vezes, os cabelos eram lavados no banheiro ou no tanque”, diz.
Com a ajuda do Sebrae e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Gislaine patenteou a ideia, fez cursos profissionalizantes e aprimorou seu novo modelo de negócio. Surgiu assim, em 2009, a Dublê. Vendendo cerca de dez peças por mês (os preços variam entre R$ 890 e R$ 2510), Gislaine se tornou uma empresária por acaso. Com a boa receptividade do produto, ela administra a marca e aperfeiçoa o lavatório, que já lhe rendeu notoriedade e prêmios, como o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios.
Mercado pet
Ao voltar de uma temporada na França, Roberta Camara e Jorgen Dehlbom notaram que seus animais de estimação pareciam não ter mais o mesmo apetite pela ração tradicional. Procuraram pelo mesmo tipo de comida que davam para eles durante a viagem. Em vão. Resolveram, então, colocar a mão na massa.
Da cozinha de casa surgiram os primeiros testes de comida natural caseira para cães. Os próprios cachorros e os dos vizinhos experimentavam. O sucesso entre os animais – e com os donos deles – fez com que um novo modelo de negócio surgisse, a Pet Delícia. “Durante essa fase de testes, destruí parte da minha cozinha e dos meus conjuntos de panelas”, diz Roberta.
A venda do produto veio seis meses depois, com a aprovação do Ministério da Agricultura, em 2010. De lá para cá, a empresa ganhou um local mais apropriado para suprir a demanda e abastecer as gôndolas dos supermercados, já que os produtos estão disponíveis em mais de 100 pontos de venda. Tamanho sucesso atraiu a atenção de um grupo de investidores, que deve ajudar a deixar a marca premium ainda mais acessível ao cardápio animal – além da comida para cães, agora a Pet Delícia oferece também uma opção para gatos.
Acessórios
Depois de perder o emprego em uma companhia especializada em design de interiores, a empreendedora Loliane Colpa aproveitou a dispensa do trabalho para ficar mais perto da filha. Foi então que ela investiu no artesanato, um hobby de infância, para criar a Loli Colpa, uma marca de ecojoias que usa o papel como a matéria-prima principal.
Na garagem adaptada, ela transforma papeis em acessórios de moda. Com a atividade, já desenvolveu uma máquina específica para a confecção de seus produtos, que está em vias de ser patenteada. “Por trabalhar com material incomum, tive de desenvolver uma técnica própria para realizar meu trabalho”, diz.
Atualmente, Loliane estimula outras mulheres a trabalhar com o artesanato na comunidade onde mora, no Parque Bristol, em São Paulo. “Muitas mulheres não podem trabalhar porque não têm com quem deixar seus filhos. Assim elas podem ter algum tipo de renda”. A empreendedora fatura cerca de R$ 3 mil mensais vendendo seus produtos na garagem de casa.
Produtos naturais
Foi durante sua licença-maternidade que Gandha Romenski, venezuelana que mora em Curitiba (PR) há 14 anos, decidiu desenvolver uma atividade que permitisse trabalhar em casa. Formada em marketing e em projetos sociais, Gandha conta que deixou a carreira por acreditar que a empresa para a qual trabalhava não acompanharia suas escolhas pessoais. Queria passar mais tempo ao lado do filho. Foi assim que surgiu a Pura Chuva, empresa de sabonetes artesanais e cosmética natural, que tem produtos para bebês, crianças e gestantes.
Gandha fez um investimento inicial baixo, de R$ 1.000, para comprar matéria-prima e utensílios domésticos e fabrica os produtos em sua própria cozinha. Lançada há apenas dois meses, a Pura Chuva vende uma média de 300 produtos por mês. “Eu me surpreendi com o retorno, pois ainda estou formando minha carteira de clientes”, diz. A maioria das vendas é feita pela internet e sob encomenda.
Fonte: http://goo.gl/o0ti0w

Dicas de decoração para apartamento de recém-casado

No começo da vida a dois, pensar em cada detalhe na organização e decoração do imóvel ajuda a melhor adaptação

Se você está prestes a se casar ou acaba de assinar os papéis e dizer sim para uma nova vida a dois, é melhor que comece a pensar na decoração e organização do lar. Aliás, já passou da hora. Nos seus mais doces sonhos românticos, arrumar a casa nova é uma tarefa simples, que não requer muito tempo e trabalho. Ledo engano… Apesar de ser uma missão prazerosa, ela envolve muitos detalhes.
Precisa de uma ajudinha? Confira abaixo nossas dicas para decorar a casa e criar um espaço harmonioso, sem que haja necessidade de partir para a terapia de casais.
Enfim sós
Querido Refúgio, Blog de decoração e organização com loja virtual
Isso é paradoxal. Se por um lado o casal está sozinho para construir uma nova história e decidir com autonomia sobre a organização da casa, por outro deve-se levar em consideração o fato de que são duas pessoas juntas, com gostos, criações e hábitos diferentes. Ambos provavelmente tinham cama de solteiro, armário de solteiro e espaço de solteiro. Na antiga vida, entendiam a própria organização sem precisar da intervenção de ninguém – no máximo dos pais.
Agora a realidade é outra. Depois de juntarem as escovas de dentes, o quarto de solteiro é substituído pelo de casal, a vida e o espaço passam a ser divididos e o volume de objetos – e de bagunça – é duplicado. Nesse contexto, deixar um ambiente, que era marcado pela neutralidade, com a cara do casal é um verdadeiro desafio. O processo é lento, mas o aconchego do lar valerá a pena.
Lembre-se: mesmo que a bagunça aumente, agora são duas pessoas para colocar as coisas no lugar. Enchendo o coração e a casa com muito amor e carinho, você e seu companheiro vão conseguir deixar a nova casa com a cara que sempre sonharam.
Diga sim para a praticidade
jovem casal arqt merguizo
Na hora de decorar a casa nova, o mais indicado é apostar na praticidade. Beleza é fundamental, mas se o ambiente não for prático, provavelmente vocês terão dificuldade de se adaptar à rotina da vida a dois. A funcionalidade é essencial também pelo fato de que, na maioria dos casos, os recém-casados mudam-se para imóveis pequenos, que exigem bom planejamento na decoração dos ambientes.
Procure aproveitar os espaços, invista em nichos e caixas organizadoras e não abra mão de sapateiras, prateleiras e estantes. Esses itens contribuem para que a vida dos recém-casados seja mantida na mais perfeita ordem. Outra dica bacana é centralizar a cama, deixando no mínimo 70 centímetros de cada lado, para que ambos possam levantar com mais comodidade e sem atrapalhar o outro.
Juntando as escovas de dentes, a vida e todo o resto
Taschen, Interiors Now 3 | A sala vintage-contemporânea que Faye Toogood criou para um jovem casal em uma townhouse londrina | foto Bill Bat...
Vocês estão começando uma nova vida, por isso é importante fazer um levantamento de tudo que o casal tem, até como forma de economizar. Liste os pertences pessoais em bom estado, as novas aquisições feitas pelo casal, os presentes de casamento, etc. Feito isso, relacione o que falta e faça uma lista de compras organizada por ordem de prioridade. Os itens essenciais para o bom andamento da casa devem ser priorizados. Só depois que eletrodomésticos e os móveis mais importantes forem adquiridos, parta para os elementos decorativos.
Dicas extras
  • Casamento é um relacionamento que depende de acordo, parceria e concessão, por isso é necessário que o espaço do outro seja valorizado e respeitado. Sendo assim, os dois precisam opinar e ceder.
  • A divisão do armário deve ser feita com equilíbrio, afinal, nele serão guardadas não só as peças de vestuário, mas os artigos de cama, mesa e banho.
  • Toques românticos na decoração do quarto de casal são super bem-vindos. Boas pedidas são os painéis e porta-retratos que recontem a história de amor.
  • A casa é dos dois, portanto, cooperação é fundamental.
  • Jogue fora todos os excessos. Isso é indispensável na hora de construir uma vida a dois.
Gostou das nossas dicas? Compartilhe suas opiniões conosco.

Fonte: http://goo.gl/rjvzf6

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Preços dos imóveis desaceleram pelo quarto mês seguido

Preços dos metros quadrados de imóveis à venda sobem menos que a inflação esperada em doze das 16 cidades monitoradas no mês de março



Porto Alegre: preços dos imóveis à venda na capital gaúcha caíram mais de 1% em março

São Paulo – Os preços dos imóveis brasileiros à venda continuam a desacelerar. Pelo quarto mês seguido, os valores dos imóveis anunciados subiram, em março, menos que ainflação esperada para o período.
Em doze das 16 cidades acompanhadas pelo Índice FipeZap – que acompanha os preços dos imóveis à venda pelo Brasil – os preços dos metros quadrados dos imóveis anunciados subiu menos que a inflação esperada de 0,84% para março.
Como resultado, a média nacional foi uma elevação de apenas 0,64% nos preços dos imóveis anunciados no mês passado. Em 12 meses, a alta foi de 12,9%.
Em duas capitais – Porto Alegre e Brasília – houve queda nos preços pedidos pelos vendedores de imóveis. Na capital gaúcha, a retração foi de 1,07%, enquanto que em Brasília, a redução foi de 0,07%.
No primeiro trimestre do ano, o Rio de Janeiro liderou as altas, como elevação de 3,35% nos preços exigidos pelos vendedores. Já São Paulo viu alta de 2,08% no período, em linha com a média das 16 cidades: 1,99%.
(*) Projeção do Boletim Focus do Banco Central
Fontes: Índice FipeZap e Banco Central

Já viu isso? Baile na mansão, que chick!

Casa luxuosa na Inglaterra, até com salão de festas, está à venda por 20,7 milhões de reais

Este salão de baile fica dentro de um apartamento em Londres (Foto: Divulgação/Wetherell)
O anúncio no mercado imobiliário é inusitado: “o lugar certo para socialites que adoram entretenimento”. A frase logo faz sentido quando descobrimos que estamansão conta com um cômodo pouco comum nos dias de hoje, um grande salão de baile. Todo o segundo andar do apartamento é ocupado pelo espaço de festas, com capacidade para 350 pessoas. Com arquitetura clássica, o local ainda tem a própria cozinha de festa. Se a ideia for dar um jantar, há espaço para 200 pessoas sentadas. O imóvel fica em Mayfair, bairro nobre e central de Londres, e foi construído em 1958.

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O aluguel de um salão na região custa entre 7 e 10 mil libras, ou 24 e 37 mil reais, o que representa uma boa economia se você der a festa dentro da própria casa. Mas o preço total do imóvel, é claro, é salgado: 5,5 milhões de libras, o equivalente a 20,7 milhões de reais. O resto da casa também é impressionante. São dois quartos e salas espaçosas. O prédio conta com portaria 24 horas e vagas de estacionamento e quartos de empregados para aluguel, um verdadeiro luxo na cidade. Quem cuida da venda é a imobiliária Wetherell.
Imóvel luxuoso fica neste prédio em Mayfair (Foto: Divulgação/Wetherell)
Debaixo do salão, fica o apartamento (Foto: Divulgação/Wetherell)
A sala de jantar, com uma grande estante (Foto: Divulgação/Wetherell)
O quarto tem teto requintado (Foto: Divulgação/Wetherell)
O banheiro também é luxuoso (Foto: Divulgação/Wetherell)

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Os bairros mais caros e baratos de Rio e São Paulo em 2013

Leblon continua a ser o bairro mais caro do Rio, enquanto que a Vila Nova Conceição mantém a liderança em São Paulo.

Jardim Paulistano
Jardim Paulistano: bairro nobre de São Paulo viu metro quadrado anunciado aumentar 31,1% em 2013

Em 2013, o Leblon, no Rio de Janeiro, continuou sendo o bairro mais caro do Brasil, com um preço de metro quadrado de 21.963 reais para os imóveis anunciados para venda, de acordo com o Índice FipeZap.
O preço do metro quadrado anunciado do bairro mais caro de São Paulo - que continua a ser a Vila Nova Conceição - é equivalente a pouco mais da metade desse valor: 13.599 reais.
Já o bairro carioca com imóveis à venda mais baratos, a Pavuna, fechou 2013 com metro quadrado anunciado de apenas 2.203 reais. Enquanto isso, o bairro paulistano mais barato, Arthur Alvim, tem metro quadrado anunciado de 3.456 reais.
Veja nas tabelas os preços dos metros quadrados médios dos imóveis à venda nos bairros mais caros e mais baratos de ambas as capitais, de acordo com o Índice FipeZap de dezembro.
São Paulo
Metros quadrados mais caros
BairroRegiãoPreço do metro quadrado (R$)
Vila Nova ConceiçãoZona Centro-Sul13.599
Jardim PaulistanoZona Oeste12.818
Itaim BibiZona Oeste11.212
Jardim EuropaZona Oeste11.091
IbirapueraZona Centro-Sul10.938
Fonte: Índice FipeZap
Metros quadrados mais baratos
BairroRegiãoPreço do metro quadrado (R$)
Arthur AlvimZona Leste3.456
ItaqueraZona Leste3.787
São Miguel PaulistaZona Leste3.799
Vila JacuíZona Leste3.938
São MateusZona Leste3.984
Fonte: Índice FipeZap
Preço médio do metro quadrado: 7.815 reais
Índice FipeZap em 2013: 13,9%
Rio de Janeiro
Metros quadrados mais caros
BairroRegiãoPreço do metro quadrado (R$)
LeblonZona Sul21.963
IpanemaZona Sul19.818
LagoaZona Sul16.858
GáveaZona Sul15.969
Jardim BotânicoZona Sul15.732
Fonte: Índice FipeZap
Metros quadrados mais baratos
BairroRegiãoPreço do metro quadrado (R$)
PavunaZona Norte2.203
GuadalupeZona Norte2.694
CordovilZona Norte2.794
Marechal HermesZona Norte2.803
BenficaZona Norte2.804
Fonte: Índice FipeZap
Preço médio do metro quadrado: 9.937 reais
Índice FipeZap em 2013: 15,2%
O ranking carioca dos cinco bairros com imóveis à venda mais caros permanece o mesmo do fim de 2012. Contudo, os preços se elevaram em todos eles.
No Leblon, a alta no preço médio do metro quadrado anunciado foi de 11,2% em 2013. Em Ipanema, foi de 13,9%; na Lagoa, foi de 14,6%; na Gávea, de 13,3%; e no Jardim Botânico, de 14,1%.
Em São Paulo, apenas Vila Nova Conceição, Ibirapuera e Jardim Paulistano permaneceram no ranking, sendo que os dois primeiros bairros eram avaliados juntos no fim de 2012.
A alta na Vila Nova Conceição foi de 19,8%, enquanto que no Jardim Paulistano, o metro quadrado anunciado médio aumentou 31,1%.
No outro extremo dos rankings também houve valorização. De acordo com Eduardo Zylberstajn, coordenador do Índice FipeZap, em São Paulo e no Rio de Janeiro a valorização dos imóveis à venda foi puxada pelo aumento dos preços nas regiões mais periféricas.
Dos bairros mais baratos de São Paulo, permaneceram no ranking de 2013 apenas Arthur Alvim e São Miguel Paulista, que registraram, respectivamente, valorizações de 11,1% e 13,7%.
No Rio de Janeiro, somente a Pavuna permaneceu no ranking dos mais baratos, tendo valorizado 23,5%.
Fonte: Exame

Varandas de apês com ideias para áreas gourmet e cantos de estar

São cinco varandas de apartamento, com ideias para áreas gourmet e cantos de estar e dicas para caprichar no verde.

1.Tapete cinza e pufes azuis da By Kamy. Assinadas por Sergio Rodrigues, as poltronas de madeira Diz vieram da Dpot. Cláudia Boturão D’Ávila fez o paisagismo – as plantas escolhidas por ela ocupam os vasos maiores, da L’Oeil. Peça única: com o grande banco, que vai de ponta a ponta na varanda, é possível acomodar mais convidados em dias de festa. Além disso, os nichos posicionados sob o assento são ótimos para manter livros e revistas sempre à mão.

2. Advogado e surfsta nas horas vagas, Rafael e sua mulher, a bailarina Marina, pediram ao arquiteto Paulo Alves que a varanda de 22 m², na capital paulista, tivesse uma boa dose de verde. “Nós somos apaixonados por plantas”, diz a proprietária. Inicialmente, a ideia do casal era usar o espaço com bastante frequência, porém, devido à correria do dia a dia, o ambiente acaba sendo melhor aproveitado nos fns de semana. “Tomamos um café da manhã mais demorado e chamamos os amigos para um churrasco”, conta ela. A exceção é quando Rafael surfa. Fruta no pé. Instalada num cachepô acoplado à mesa, a saudável jabuticabeira recebe o sol da manhã. Isso garante que a árvore produza três vezes ao ano, segundo a moradora. Para deixar o clima descontraído, Paulo Alves recorreu ao deque de cumaru com uma camada de verniz Polisten. “Durável, o revestimento dá sequência ao piso da sala, que é do mesmo tom”, explica.

3. Na mesa de centro (Empório Beraldin), os vasos e os copos austríacos (Ana Luiza Wawelberg) reforçam os toques de cor. As almofadas (Empório Beraldin) acompanham os matizes dos objetos.

4. Criadas por Sergio Rodrigues, as banquetas (Arquivo Contemporâneo) colorem o balcão de refeições. A mesma loja forneceu as poltronas Cut e a mesa de centro.

5. A varanda de 50 m² ligada ao estar, no segundo pavimento desta cobertura no bairro carioca do Leblon, era aberta e pouco usada. Fechá-la com janelões, colocar um pergolado no teto e cercá-la de canteiros foram ideias dos arquitetos Thiago Bernardes e Paulo Jacobsen, que assinam a reforma do apartamento. Depois, ficou a cargo da arquiteta Renata Bartolomeu finalizar a decoração e desenhar a marcenaria. “O espaço se tornou um delicioso jardim de inverno. É o canto da casa que a família mais frequenta, pois une informalidade e conforto”, diz ela. Mosaico de espécies. No canteiro, as ixoras dão flores vermelhas quase o ano todo, as pleomeles garantem privacidade, e as bromélias criam uma forração exuberante. Comprada de um artesão na estrada de Petrópolis, RJ, a poltrona de vime dá o tom despojado à decoração. No sofá, almofadas de Patrícia Viera e da Poeira (mesma loja de onde veio a cadeira amarela)


Fonte: Casa Abril



segunda-feira, 31 de março de 2014

Devo comprar imóvel agora, ou espero o estouro de uma bolha?

Internauta quer saber se deve esperar que preços de imóveis caiam após a Copa para comprar a casa própria na cidade para onde acabou de se mudar.


Imóveis na região do Jardins, São Paulo
Dúvida do internauta: Vendi um imóvel em Brasília e me mudei para São Paulo, por questões profissionais. Estou com 200 mil reais em mãos e estou na dúvida em relação ao que fazer: compro um imóvel imediatamente para morar (complementando o resto do valor com um financiamento ou carta de crédito deconsórcio) ou invisto a quantia em uma aplicação sugerida pelo banco para me render juros, à espera de um horizonte mais concreto sobre um possível estouro de uma bolha imobiliária após a Copa do Mundo. O que fazer? Devo mesmo temer uma bolha?
Resposta de Paulo Bittencourt*:
Em um cenário de taxa de juros básica (Selic) ainda em ascensão (saiu de 7,25% em abril/13 atingindo 10,75% em março/14) e crescimento do PIB abaixo de 2% em 2014, a pressão sobre o setor imobiliário só tende a aumentar.
Isto ocorre porque as taxas cobradas em financiamentos se tornam mais caras para quem pretende adquirir um imóvel com parte do pagamento financiado. Por outro lado, o dinheiro investido em produtos financeiros neste mesmo cenário é favorecido pela elevação dos juros.
O ideal é que você aguarde para adquirir um imóvel, pois a tendência é que os preços médios se reduzam nos próximos dois anos. Mesmo que o preço seja mantido pelo vendedor, a inflação estará corroendo o valor real do imóvel no tempo.
Lembre-se também que diversos empreendimentos imobiliários estão ainda em construção, pois foram resultado do grande aquecimento das vendas até o final e 2012. Estas obras não podem ser interrompidas agora e em breve haverá maior disponibilidade de unidades no mercado, ajudando a baixar o preço principalmente dos imóveis usados.
Não se deve esperar, porém que haja um estouro de “bolha” como ocorreu nos EUA, pois as características de hipotecas por lá e seus produtos financeiros derivados são completamente diferentes do que existe no Brasil. Na verdade, o nosso mercado é menos sofisticado e não utiliza em larga escala os chamados produtos derivativos imobiliários.
*Paulo Bittencourt é diretor técnico da Apogeo Investimentos, empresa de investimentos voltada para pessoas físicas do grupo Vinci Partners, e tem mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro.
Fonte: Revista Exame

Revestir 2014: porcelanatos e cerâmicas que imitam madeira envelhecida

Fabricantes lançam na Revestir 2014 acabamentos novos que parecem desgastados pelo tempo.

Com a impressão digital em alta resolução, ou HD, fabricantes conseguem estampar quase tudo em cerâmicas e porcelanatos. Por isso, é comum encontrar peças reproduzindo veios, nós, fibras e texturas de uma enorme gama de madeiras. Mas isso não é suficiente para uma indústria que vive de inventar moda. Agora, a ideia é simular a ação do tempo sobre esses materiais. Por isso, as marcas lançam produtos que imitam madeiras envelhecidas ou de demolição na Revestir 2014. A tendência é tão forte que até pisos de madeira novos saem de fábrica com aspecto envelhecido. Apresentamos alguns revestimentos com aspecto de madeira envelhecida ou de demolição abaixo:

Neoprint, da Neobambu. Esse revestimento feito de bambu mistura grafismos moderninhos ao aspecto desgastado da madeira de demolição. Vem em réguas de 91,5 x 9,6 x 1,4 cm e 96 x 9,6 x 1,5 cm.

Legno Multistrato, da Indusparquet. Um tratamento especial garante aparência envelhecida às réguas de madeira. As peças medem 4 x 1,95 x 0,20 m e são revestidas com as espécies cumaru (foto), sucupira, peroba dourada, ipê, peroba mica, guaiuvira, carvalho, amendoim e amêndoa.

Linha Toscano, da Cejatel. Manchas, desgaste e até ferrugem aparecem nesse porcelanato. As peças simulam tábuas envelhecidas de 30 x 58 cm.

Antique, da ViaÁpia. O revestimento cerâmico de 44 x 44 cm lembra parquet desgastado pelo tráfego de pessoas – e suas estampas formam um padrão geométrico, como no tradicional piso de madeira. Graças à impressão em HD, o desenho varia levemente em cada placa, como aconteceria em um desgaste real.

Linha Arbo HD, da Portinari. Estampas e ranhuras desse porcelanato mimetizam madeira envelhecida cortada com diferentes serras. As placas de 120 x 20 cm têm aparência de carvalho, como na foto, e peroba.

Neourban, da Neobambu. Além da aparência de madeira de demolição, o piso de bambu ganha um tom acinzentado. As peças vêm em réguas de 91,5 x 9,6 x 1,4 cm e 96 x 9,6 x 1,5 cm.

Linha Atrative, da Eucatex. Os pisos laminados vêm em padrões que imitam carvalho. Quatro modelos têm um aspecto envelhecido, como o Celtic Oak (foto). As peças medem 1,36 x 0,2 x 0,08 m e têm garantia de 16 anos em ambientes domésticos.


quarta-feira, 26 de março de 2014

Jardim bom para cachorro. E para gato!

Plantas à prova de pets: elas não oferecem riscos e resistem às travessuras.

“Adaptei meu jardim em função dos cachorros, com árvores grandes e pedras que ajudam a drenar a urina e a manter a área verde organizada e bonita.” Mônica Cintra, dona do são-bernardo Mike e do vira-lata Carlitos.

“Minha akita,  Zucchini, subia em uma floreira pequena e estreita para fazer xixi, o que matava as plantas. Remexi a terra e joguei algumas sementes que viraram uma hortinha saborosa para ela. Problema resolvido!” Ana Hanashiro, arquiteta e adestradora da Bicho sem Preguiça.


Escavar aqui não é tão bom. Uma camada generosa de seixos grandes dificulta o acesso à terra. Além disso, por estarem soltas, as pedras geram instabilidade quando pisadas, fazendo os animais pensarem duas vezes antes de passar pela área.
Um canteiro bem tratado capta muitos olhares, inclusive dos pets, que enxergam ali um parque de diversões. E quando eles recebem passe livre para esse paraíso, quase sempre o resultado são buracos no solo e folhagens mordiscadas e arrancadas. Alguns cuidados podem evitar que o convívio acabe mal, a começar pela escolha das plantas. Eleja as mais resistentes, com caules e folhas firmes, a exemplo das palmeiras fênix, ráfis e cica, das arbustivas pleomele e buxinho, e das trepadeiras, como a tumbérgia. Já o gramado não tem vez: “A urina dos bichos é ácida e queima a grama. Não bastasse isso, nenhuma espécie suporta o pisoteio contínuo”, diz o paisagista Marcelo Faisal, de São Paulo, com base em sua própria experiência. “Como a forração morria, troquei boa parte dela por pedriscos e condicionei meu cão a fazer xixi apenas nas pedras”, fala. O tapete verde que restou fica fora do caminho do pet e permite a passagem eventual dos moradores – para locais de pouco tráfego, Marcelo indica as gramas são-carlos e esmeralda. Situação semelhante viveu a designer Mônica Cintra, que já cultivava um jardim quando o vira-lata e o são-bernardo chegaram. “Muitas plantas morreram, pois os machos demarcavam seus territórios”, lembra. Ela também apostou nos pedriscos sobre a terra e substituiu as variedades baixas por árvores e arbustos estruturados. “Hoje tenho palmeiras, murtas e jasmim”, relata. Para não abrir mão da coleção de orquídeas e bonsais, pendurou-os em troncos e arranjos verticais fora do alcance das patinhas. Outra boa solução vem da arquiteta e adestradora Ana Hanashiro. Os vasos com suas espécies preferidas não despertam o interesse dos três cachorros e da gata pois há um canteiro, só deles, repleto de delícias que podem ser mordiscadas: “Plantei ali uma mistura de sementes de alpiste, painço, milho e ervinhas que fazem bem”, ensina.

O perigo mora no quintal
Como todo cuidado é pouco com pets arteiros, exclua a vegetação que machuca, a exemplo das pontiagudas e espinhosas coroa-de-cristo, espada- -de-são-jorge e roseira. Descarte, ainda, as plantas tóxicas, que provocam irritações e podem levar à morte se ingeridas em grande quantidade. São elas: azaleia, hortênsia, alamanda, mamona, bico-de-papagaio, samambaia, copo-de-leite, comigo-ninguém-pode, espirradeira, costela-de-adão, macadâmia e lírio. E não é só por curiosidade que os animais mastigam as folhas. A maioria come gramíneas ao sentir desconforto estomacal e quando precisa provocar o vômito – os gatos usam esse método para liberar bolas de pelos que engolem em sua higiene. “Se não avistarem grama, podem escolher uma espécie tóxica”, alerta o botânico Gil Felippe. Fique de olho nos rótulos de adubos e inseticidas da jardinagem, pois alguns podem ser nocivos.

Aprendendo as regras da casa
Os cães, principalmente, precisam de ambientes estimulantes para gastar energia, segundo a adestradora Tarsis Ramão, da Cão Cidadão. “Porém, dá para ensiná-los que em alguns lugares não podem mexer”, diz. Eles são capazes de aprender a não entrar no local sem que sejam monitorados, mas não adianta brigar. “Antes de um não, precisa vir um sim. É difícil impor limites quando se proíbe tudo, sem dar uma alternativa de entretenimento semelhante”, fala Ana. Destine ao pet uma área exclusiva para brincar, fazer as necessidades fisiológicas e enterrar seus objetos. “Uma horta e um tanque de areia certamente agradarão”, aconselha a paisagista Marisa Lima.
Para animais, plantas e donos
07-jardim-bom-para-cachorro-e-para-gato
1 - Os primeiros brotos do mix de sementes (PetPira) surgem em quatro dias. A grama ajuda no trato intestinal dos cães. Petshop.com, R$ 7,90 (50 g).
2 - Atua como um repelente o spray Pet Away, a ser aplicado em locais de acesso proibido. A fórmula não afeta a saúde dos bichos nem das plantas. Cobasi, R$ 54,90 (400 ml).
3 - No livro Cães, gatos e plantas: o veneno ao alcance das patas, o botânico Gil Felippe aborda as espécies causadoras de complicações. Editora Setembro, R$ 25. 
*Preços pesquisados em 15 de outubro de 2013, sujeitos a alteração.

Fonte: Arquitetura & Construção

Três tipos de telhas transparentes: vidro, policarbonato e PET

Ambientes internos que sofrem com pouca incidência de luz natural se beneficiam de pequenas ilhas de telhas translúcidas. Descubra as vantagens de cada material.


Acontece: alguns pontos da casa, longe de janelas, acabam mais escuros do que o desejado. Uma boa solução para deixá-los agradáveis e reduzir o gasto com energia elétrica é criar trechos transparentes no telhado. “Leve em conta o peso tolerado pela estrutura, bem como a durabilidade do material. E lembre que, com essa alternativa, além da claridade, entra também mais calor nos espaços”, aponta Rui Pedroso, da Cia. das Telhas.

$ - PET RECICLADO

01-telhas-transparentes-vidro-policarbonato-e-pet

- leve, o material ecológico é translúcido, transmite calor e dificulta o desenvolvimento de fungos
- sem limpeza trimestral com sabão neutro, pode amarelar e sofrer ressecamento, o que provoca manchas e trincas
(Na foto, telha de termoplástico portuguesa, da Lubian, 21 x 39 cm - R$ 13)

$$ - POLICARBONATO
02-telhas-transparentes-vidro-policarbonato-e-pet
- é leve e oferece alta resistência a impactos
- aceita pequenos ajustes, pois pode ser cortado na obra
- transmite menor quantidade de calor graças ao filtro UV que recebe durante a fabricação
- não amarela e tem boa transparência
(Na foto, telha de policarbonato romana, da Atco, 22 x 41 cm - R$ 22)

$$$ - VIDRO
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- pesa mais do que uma telha cerâmica, portanto deve ser usado com parcimônia ao substituí-la
- o material rígido é resistente, mas exige encaixe perfeito nas peças preexistentes
- transmite grande quantidade de calor, o que aquece o ambiente
(Na foto, telha de vidro romana, da Ibravir, 25 x 44 cm - R$ 35)

terça-feira, 25 de março de 2014

Nova passarela de pedestres é inspirada na Vitória-Régia

Inspirada na vitória-régia, passarela recém-inaugurada para pedestres e ciclistas embeleza São Paulo

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A planta aquática, que nasce inclusive em águas pouco limpas, determinou o desenho da ponte móvel Friedrich Bayer, projetada pelo escritório Loeb Capote Arquitetura para ligar o bairro do Socorro à estação Santo Amaro da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e do metrô. “Num pedaço tão poluído do rio Pinheiros, a imagem da flor traduz o desejo de recuperação do cenário”, filosofa o arquiteto roberto Loeb. “A cidade precisa não só de eficiência mas também de beleza.” Com 90 m de extensão, a obra proporciona uma travessia de 10 minutos aos cerca de 15 mil usuários. Além disso,ao fazer a conexão entre as margens, ampliou a ciclovia em 2,8 km. A partir deste mês, leds dispostos nos contornos da estrutura de metal se acenderão à noite, e a ponte poderá ser avistada até por quem chega à capital de avião.

Fonte: Arquitetura e Construção

Neon está em alta: aposte no tom em móveis e objetos da casa

Na última Heimtextil, em Frankfurt, as cores fluorescentes foram apontadas como a próxima onda na decoração. Confira uma seleção de peças para deixar a casa antenada já.



Uma das paletas apresentadas como novidade durante a Heimtextil – a mais relevante feira internacional da indústria de tecidos, realizada em janeiro na cidade alemã – inspirou-se na importância que a tecnologia vem tomando em nossas vidas e na facilidade com que utilizamos seus recursos. A cartela Generate Collision, como foi chamada no evento, é composta de tons frios e quentes, mas todos bem acesos, aliados a um neutro para equilibrar. “Eles remetem aos processos produtivos que surgiram recentemente, como a impressão digital e de peças em 3D”, explica Celaine Refosco, diretora da Orbitato, empresa brasileira convidada a integrar o estudo divulgado durante a mostra. Além das nuances ultravivas, outro aspecto dessa tendência identifica a preocupação dos designers em oferecer itens fabricados em série que tenham alguma particularidade. Isso inclui aceitar as imperfeições surgidas na linha de produção e conceber objetos para serem customizados. “Trata-se de imaginar algo não definitivo, permitindo ao consumidor imprimir seus gostos e preferências no produto final”, diz Elisa Pettigrew, designer têxtil e cool hunter do portal de tendências WGSN-Homebuildlife. Ou seja, as previsões indicam uma casa cada vez mais personalizada, em que é possível ousar e esbanjar colorido.

Fonte: Casa Claudia


sábado, 15 de março de 2014

Saiba se você pode comprar um imóvel pelo programa Minha Casa, Minha Vida

Famílias que ganhem até R$ 5.000 mensais (somando os ganhos de todos) podem se candidatar a comprar a casa própria por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, criado pelo governo federal em 2009 para atender usuários de baixa renda.
Podem se candidatar a uma casa famílias de três faixas de renda: até R$ 1.600; de R$ 1.601 a R$ 3.275; e de R$ 3.276 a R$ 5.000.
A faixa 1 recebe o maior subsídio do governo e pode chegar até 95% do valor de imóveis. O preço máximo da casa tem ser de até R$ 76 mil. É a chamada habitação de interesse social. Essa parte da população não teria acesso à casa própria sem o auxílio governamental.
Segundo a Caixa, o programa pode estar disponível nas prefeituras das capitais e suas regiões metropolitanas e cidades com mais de 50 mil habitantes. Se a prefeitura for parceira do Minha Casa, Minha Vida, o interessado deve fazer sua inscrição para a seleção das moradias da faixa 1 do programa.
Além da renda familiar ser limitada a R$ 1.600, a Caixa informa que não podem se inscrever no programa diretamente nas prefeituras quem já tem imóvel ou já recebeu ajuda habitacional do governo federal; tem financiamento imobiliário; quem está cadastrado no Cadastro Nacional de Mutuários (Cadmut) e no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin); tem ou já teve contrato de arrendamento de imóvel no Programa de Arrendamento Residencial (PAR); a inscrição também é vetada a empregados da Caixa.
A assessoria de imprensa da Caixa informa que, para o faixa 1, não é exigida entrega de documentação por parte do beneficiário para comprovação de renda. O banco faz pesquisas nos cadastrados de FGTS, relação anual de informações sociais (Rais) e cadastro único de programas sociais (Cadunico) para validar a renda declarada e o enquadramento no programa.
As faixas 2 e 3 podem financiar imóveis, com subsídio menor, no valor de até R$ 190 mil em grandes cidades como São Paulo, Rio e Brasília. Esse valor pode variar de acordo com a região do país e do imóvel.  Os interessados que se enquadram nestas duas faixas podem fazer a simulação na Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil.
Quem está nas faixas 2 e 3 pode procurar imóveis disponíveis no mercado no valor de até R$ 190 mil nas regiões atendidas pelo Minha Casa, Minha Vida. O programa destina-se apenas a empreendimentos, conjuntos de casas ou de apartamentos, vendidos na planta ou novos (com até 180 dias de Habite-se). Para fazer o financiamento é preciso procurar a Caixa ou o Banco do Brasil. 
Segundo o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, a meta é construir 2,5 milhões de moradias. Deste montante já estão prontas ou foram entregues 1,2 milhão de unidades (casas ou apartamentos).