Mostrando postagens com marcador Dicas Domésticas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicas Domésticas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 6 de junho de 2016

7 coisas que todo mundo precisa saber sobre home office

O empreendedor deve saber: este tipo de trabalho não é um jeito fácil de ganhar muito trabalhando pouco.

O home office não é um tipo de trabalho que agrada a todo mundo (Foto: Reprodução)
O home office não é um tipo de trabalho que agrada a todo mundo (Foto: Reprodução)

O Home office hoje é um dos grandes temas quando o assunto é trabalho do futuro. E como o assunto é relativamente recente no Brasil, acho importante esclarecer certos pontos – e até mitos – sobre o trabalho realizado remotamente. Vamos a eles:
1. Home office não significa trabalho em casa
Apesar desta ser a tradução literal do termo, no Brasil ele define de forma genérica o trabalho que é realizado em espaço alternativo ao escritório da empresa. Este local pode ser – ou não – o escritório em casa. Uma pessoa pode trabalhar “home office” em cafés, hotéis, aeroportos, táxis, parques…ou em casa.
Os termos mais exatos para definir esta modalidade de trabalho são: trabalho remoto, teletrabalho, trabalho à distância, ou o que acredito ser o mais adequado, trabalho portátil.
2. Não é para todo mundo
Infelizmente nem todo profissional pode trabalhar home office.
Quem é empreendedor e quer permanecer com uma empresa enxuta ou somente testar a viabilidade de uma ideia, pode abrir sua empresa na garagem de casa e começar a trabalhar. Já quem é colaborador de uma empresa depende de uma série de fatores para ser candidato a este formato de trabalho.
Em primeiro lugar, a empresa onde ele trabalha deve possuir um programa que permita esta modalidade. Ou ter planos de implementar um piloto.
Depois, existe a restrição de atividades. Algumas tarefas exigem que o colaborador vá até o local de trabalho todos os dias da semana. Isso ocorre quando as ferramentas que ele utiliza para executar seu trabalho não podem ser retiradas da empresa (por não serem portáteis, serem perigosas ou sigilosas). Outro motivo é quando o trabalhador depende da interação exclusivamente presencial com outras pessoas, de dentro ou de fora da empresa, todos os dias da semana.
E, finalmente, existe a regra dos três perfis: ambiente de trabalho, família e colaborador devem possuir as características necessárias para que o teletrabalho seja realizado de forma adequada e producente. Um profissional que é movido a chefe, montou seu home office na cozinha ou não tem uma família colaborativa, por exemplo, terá dificuldade para trabalhar remotamente.
3. Home office não é um jeito fácil de ganhar muito trabalhando pouco
Quando alguém procura o termo “home office” nas ferramentas de busca, aparecem muitas ofertas de “trabalhe sem sair de casa”. São promessas de renda extra onde o candidato tem a possibilidade de receber valores atrativos trabalhando somente algumas horas do dia. Obviamente, há sempre uma taxa de inscrição envolvida no processo. Na maioria das vezes, estas ofertas não passam de “esquemas” onde a única pessoa que trabalha pouco e ganha muito é a pessoa que está vendendo a promessa.
Existem duas maneiras de efetivamente trabalhar em casa: como empreendedor/autônomo, ou como contratado de uma empresa. Se você pretende abrir uma empresa home based, ou trabalhar em casa como autônomo, prepare-se para muita dedicação. Quem é seu próprio chefe sabe muito bem que o expediente não acaba no final do dia e a semana muitas vezes não termina na sexta-feira.
Se você trabalha em casa para uma empresa, a chance é grande de que também passe a trabalhar mais do que no escritório tradicional, já que as horas antes perdidas no trânsito acabam sendo revertidas em mais produtividade. Além disso, no trabalho remoto não existem as pausas para o cafezinho ou as interrupções dos colegas: trabalha-se de forma mais contínua e, portanto, mais intensa.

4. Nem todo dia é dia de home office

Quem trabalha em home office não fica longe da empresa 100% do tempo. Na realidade, o mais comum em programas de teletrabalho é que o colaborador fique remoto em torno de dois a três dias na semana. E mesmo quem trabalha todos os dias no home office precisa comparecer em reuniões presenciais na empresa no mínimo a cada 15 dias.
5. Pijama e pantufa não combinam com home office 
Trabalhar em home office exige uma grande dose de profissionalismo e esta atitude começa na hora de se vestir para trabalhar. Quem trabalha em casa e fica de pijama, ou sem camisa, acaba refletindo este desleixo na qualidade de suas tarefas. Se o hábito faz o monge, um traje não profissional pode contaminar a seriedade do trabalho e reduzir a credibilidade e até a auto-estima do colaborador. Esta insegurança pode acabar vindo à tona, principalmente na hora de falar com os clientes ao telefone. Em casos extremos, o comportamento relapso no home office pode levar até à depressão.
Isto não significa, claro, que seja necessário colocar terno e gravata todos os dias. O importante é trabalhar com uma roupa confortável, mas que transmita uma atitude profissional para si mesmo e para os outros. Inclusive preparando o colaborador para atender a uma eventual reunião de última hora por vídeo-conferência. Camisa pólo e jeans, por exemplo, são coringas. Maquiagem leve para as mulheres e barba aparada para os homens também ajudam na inspiração e na motivação.
6. O home office não é um mar de rosas…
Muita gente acha que se começar a trabalhar em home office vai poder dormir até as onze horas da manhã, passear no shopping quando bem entender, beber uma cervejinha com os amigos no meio da tarde. E trabalhar quando sobrar um tempinho.
Mas para funcionar com produtividade, o home office exige um grande auto controle e uma dose extra de disciplina. Disciplina para lidar com “tentações” como a geladeira e a TV a dez passos de distância, disciplina para saber a hora de começar e de terminar o expediente, disciplina para organizar o espaço de trabalho e para gerenciar o andamento de suas tarefas e não se perder nos prazos.
Além disso, trabalhar em casa pode gerar uma sensação de isolamento, problemas familiares e queda de concentração por conta de ruídos domésticos, distrações, demandas de filhos e cônjuges.
Felizmente, a maioria dos desafios do home office têm solução fácil e rápida. Nos próximos artigos vou receitar os principais remédios para as eventuais mazelas do trabalho remoto.
7. …mas é o melhor lugar do mundo para trabalhar
Apesar dos desafios, quem consegue administrar seu tempo e produzir com qualidade no home office acaba trabalhando melhor e aproveitando muito mais a vida. Com o trabalho remoto evitam-se as várias horas e o enorme stress causados pelo trânsito no trajeto entre casa e trabalho. O tempo que o colaborador ganha escapando dos congestionamentos pode ser utilizado para praticar esporte, acompanhar um filho no médico, relaxar, ou até mesmo adiantar as tarefas para garantir tempo livre em outro momento. Com a redução do stress no trânsito e a possibilidade de controlar a qualidade da própria alimentação, quem sai ganhando é a saúde do colaborador. Além disso, trabalhar em home office aumenta a motivação e reduz interrupções de colegas e reuniões desnecessárias, aumentando a produtividade. Bom para o colaborador, melhor ainda para a empresa que o emprega.
Muita coisa evoluiu desde que comecei a trabalhar home office e pesquisar sobre o assunto, há dez anos atrás. Porém, muitas questões ainda permanecem, causando duvidas, estranheza, polêmica e até preconceito. Por isso a importância de lançar uma luz sobre o tema. Se todos encararmos o trabalho remoto com a devida seriedade, em pouco tempo teremos uma situação similar a de países como EUA, Inglaterra e Índia, onde esta modalidade já faz parte do cotidiano e traz benefícios para milhões de empresas e trabalhadores.
Afinal, trabalho é algo que se faz, não um lugar para onde se vai.
Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios

Comida grudada na panela, nunca mais!

Nada pior do que ver toda a sua comida grudada no fundo da panela né? O conjunto de panelas da Tramontina promete acabar com esse problema!

Comida grudada na panela, nunca mais | <i>Crédito: Divulgação

Batizada de T, a nova tecnologia da Tramontina promete maior antiaderência e resistência nos produtos da marca, agora classificados em três níveis de desempenho nesses quesitos – o T5, nível máximo, está presente na linha Zenit (foto), que inclui caçarola (Via Inox , R$ 437,79), panela e frigideiras.

*PREÇOS PESQUISADOS EM ABRIL DE 2016, SUJEITOS A ALTERAÇÃO.

Fonte: Revista Minha Casa

Boxe de canto mais estiloso

Quem procura uma opção de acabamento elegante e moderna para um boxe de canto pode apostar no trilho com roldanas aparentes

Boxe de canto mais estiloso | <i>Crédito: Divulgação
Boxe de canto mais estiloso | Crédito: Divulgação
O trilho com roldanas aparentes já virou o queridinho de arquitetos e designers de interiores. Este lançamento da Ideia Glass facilita a vida: batizado de Kit Encanto, é composto de todos os perfis, ferragens e acessórios necessários à montagem do aparato em ambientes de qualquer medida (na Stylo Glass, sai por R$ 805,40). Já as folhas de vidro devem ser encomendadas à parte, em qualquer vidraçaria.
Fonte: Revista Minha Casa

terça-feira, 29 de abril de 2014

Inspirados no México: papel de parede, móveis, azulejos...

A seleção de materiais de contrução, móveis e acessórios leva em conta as cores e a criatividade do mais vibrante país da América do Norte. Viva o México!

Papel de parede da artesã Catalina Estrada

Da Azulejaria Brasil, a miscelânea Combo 10 de azulejos 15 x 15 cm traz cores vibrantes e padrões florais. Preços entre R$ 8,76 e R$ 20,54 por peça, conforme o número de cores.

A mexicana Valentina Gonzalez mesclou na cadeira Prickly um modelo francês Luís XV com a forma de um cacto Nopal, orgulho nacional. Bem-humorada, a peça é fornecida em pares e pode ser encomendada no site da designer.

Com suas cores intensas, fundos naturais e autorretratos expressivos, a artista plástica Frida Kahlo se converteu num ícone reconhecido em todo o mundo. Sua fgura estampa vários objetos, caso desta almofada (R$ 89, no site Roque Estrella)

Para além dos clichês, a nação mais vibrante da América do Norte conta, de fato, com um imaginário rico e marcante. Há de tudo um pouco: das pirâmides maias às paisagens exuberantes que conjugam praias e cactos, passando pelas comidas temperadas com doses destemidas de pimenta até o artesanato de bordados coloridos. Heranças e tradições à parte, o México vem sendo reconhecido pelo momento frutífero em diversos campos. o foco nas cores, nos motivos, nos heróis nacionais e até na religiosidade está em alta – e não são poucos os exemplos que revelam essa influência. Um deles é o papel de parede criado pela artista plástica colombiana Catalina estrada para a marca espanhola Coordoneé(vendido aqui pela Wallpaper). Chamado de Life Tree, ele faz uma releitura da árvore da vida, que remete à história da criação e é uma figura popular no país. 

Fonte: Casa & Construção

quinta-feira, 24 de abril de 2014

7 itens para garantir a segurança no banho

Itens para garantir um banho com segurança: dos tradicionais tapetes e deques para boxe a um produto que torna o piso antiderrapante.

Piso liso e sabonete não combinam – especialmente se há idosos ou crianças em casa! O mais indicado é que o interior do boxe seja coberto de cerâmica antiderrapante, porém, se uma reforma não estiver nos planos, é possível reforçar a segurança da área com soluções práticas e baratinhas. Nossa seleção reúne tapetes, adesivos e outros produtos pensados para essa finalidade.

1. Siga as pegadas. Nas opções preto ou branco, os adesivos de PVC antimofo (8 x 19 cm) só devem ser aplicados em pisos lisos e impermeabilizados que impeçam o contato da umidade com a base. Cada embalagem vem com oito pés e oito bolinhas. Idealiza, R$ 24.

2. Líquido potente. Basta aplicar o Antiderrapante LP, da Pisoclean, para obter mais aderência nas superfícies de porcelanato, cerâmica, mármore e granito − o produto cria microventosas que aumentam o coeficiente de atrito. Porém, é preciso fazer um teste para determinar o tempo de ação, que parte de dois minutos, sob risco de o piso perder o brilho. Policenter Casa, R$ 67 a embalagem de 1 litro.

3. Gostoso de pisar. O tapete Grass (53 x 31 cm) conta com filamentos delicados, que lembram o toque da grama macia massageando os pés. Fabricado em PVC, tem face inferior texturizada, que não derrapa. Tok Stok, R$ 29,90.

4. É maré cheia. Com formatos graciosos, cores suaves e ventosas para fixar no chão, os minitapetes vinílicos Figuras (12 x 7 cm, em média) vão encantar os pequenos na hora do banho. Resistentes ao mofo, são oferecidos em pacotes com seis unidades. Limpo e Organizado, R$ 12

5. Firme na base. Tem jeito de deque o Estrado Antiderrapante, produzido em polipropileno (53 x 48 cm). Ele conta com 108 ventosas, que aderem ao piso, e superfície texturizada para garantir a firmeza dos pés. Higiene e Cia, R$ 49,90.

6. Mudança total. O piso modulado Acqua Kap (30 x 30 cm), de resina de PVC, é uma boa pedida se a intenção é cobrir toda a área do boxe. Kapazi, R$ 41 o kit com seis unidades.

7. DiversãO para a meninada. Estampas delicadas enfeitam os tapetes infantis antiderrapantes de PVC Box Pato e Box Happy (70 x 39 cm), da Panosul. Cotrisal, R$ 18,18 cada.

Fonte:  Casa Abril

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Varandas de apês com ideias para áreas gourmet e cantos de estar

São cinco varandas de apartamento, com ideias para áreas gourmet e cantos de estar e dicas para caprichar no verde.

1.Tapete cinza e pufes azuis da By Kamy. Assinadas por Sergio Rodrigues, as poltronas de madeira Diz vieram da Dpot. Cláudia Boturão D’Ávila fez o paisagismo – as plantas escolhidas por ela ocupam os vasos maiores, da L’Oeil. Peça única: com o grande banco, que vai de ponta a ponta na varanda, é possível acomodar mais convidados em dias de festa. Além disso, os nichos posicionados sob o assento são ótimos para manter livros e revistas sempre à mão.

2. Advogado e surfsta nas horas vagas, Rafael e sua mulher, a bailarina Marina, pediram ao arquiteto Paulo Alves que a varanda de 22 m², na capital paulista, tivesse uma boa dose de verde. “Nós somos apaixonados por plantas”, diz a proprietária. Inicialmente, a ideia do casal era usar o espaço com bastante frequência, porém, devido à correria do dia a dia, o ambiente acaba sendo melhor aproveitado nos fns de semana. “Tomamos um café da manhã mais demorado e chamamos os amigos para um churrasco”, conta ela. A exceção é quando Rafael surfa. Fruta no pé. Instalada num cachepô acoplado à mesa, a saudável jabuticabeira recebe o sol da manhã. Isso garante que a árvore produza três vezes ao ano, segundo a moradora. Para deixar o clima descontraído, Paulo Alves recorreu ao deque de cumaru com uma camada de verniz Polisten. “Durável, o revestimento dá sequência ao piso da sala, que é do mesmo tom”, explica.

3. Na mesa de centro (Empório Beraldin), os vasos e os copos austríacos (Ana Luiza Wawelberg) reforçam os toques de cor. As almofadas (Empório Beraldin) acompanham os matizes dos objetos.

4. Criadas por Sergio Rodrigues, as banquetas (Arquivo Contemporâneo) colorem o balcão de refeições. A mesma loja forneceu as poltronas Cut e a mesa de centro.

5. A varanda de 50 m² ligada ao estar, no segundo pavimento desta cobertura no bairro carioca do Leblon, era aberta e pouco usada. Fechá-la com janelões, colocar um pergolado no teto e cercá-la de canteiros foram ideias dos arquitetos Thiago Bernardes e Paulo Jacobsen, que assinam a reforma do apartamento. Depois, ficou a cargo da arquiteta Renata Bartolomeu finalizar a decoração e desenhar a marcenaria. “O espaço se tornou um delicioso jardim de inverno. É o canto da casa que a família mais frequenta, pois une informalidade e conforto”, diz ela. Mosaico de espécies. No canteiro, as ixoras dão flores vermelhas quase o ano todo, as pleomeles garantem privacidade, e as bromélias criam uma forração exuberante. Comprada de um artesão na estrada de Petrópolis, RJ, a poltrona de vime dá o tom despojado à decoração. No sofá, almofadas de Patrícia Viera e da Poeira (mesma loja de onde veio a cadeira amarela)


Fonte: Casa Abril



segunda-feira, 31 de março de 2014

Revestir 2014: porcelanatos e cerâmicas que imitam madeira envelhecida

Fabricantes lançam na Revestir 2014 acabamentos novos que parecem desgastados pelo tempo.

Com a impressão digital em alta resolução, ou HD, fabricantes conseguem estampar quase tudo em cerâmicas e porcelanatos. Por isso, é comum encontrar peças reproduzindo veios, nós, fibras e texturas de uma enorme gama de madeiras. Mas isso não é suficiente para uma indústria que vive de inventar moda. Agora, a ideia é simular a ação do tempo sobre esses materiais. Por isso, as marcas lançam produtos que imitam madeiras envelhecidas ou de demolição na Revestir 2014. A tendência é tão forte que até pisos de madeira novos saem de fábrica com aspecto envelhecido. Apresentamos alguns revestimentos com aspecto de madeira envelhecida ou de demolição abaixo:

Neoprint, da Neobambu. Esse revestimento feito de bambu mistura grafismos moderninhos ao aspecto desgastado da madeira de demolição. Vem em réguas de 91,5 x 9,6 x 1,4 cm e 96 x 9,6 x 1,5 cm.

Legno Multistrato, da Indusparquet. Um tratamento especial garante aparência envelhecida às réguas de madeira. As peças medem 4 x 1,95 x 0,20 m e são revestidas com as espécies cumaru (foto), sucupira, peroba dourada, ipê, peroba mica, guaiuvira, carvalho, amendoim e amêndoa.

Linha Toscano, da Cejatel. Manchas, desgaste e até ferrugem aparecem nesse porcelanato. As peças simulam tábuas envelhecidas de 30 x 58 cm.

Antique, da ViaÁpia. O revestimento cerâmico de 44 x 44 cm lembra parquet desgastado pelo tráfego de pessoas – e suas estampas formam um padrão geométrico, como no tradicional piso de madeira. Graças à impressão em HD, o desenho varia levemente em cada placa, como aconteceria em um desgaste real.

Linha Arbo HD, da Portinari. Estampas e ranhuras desse porcelanato mimetizam madeira envelhecida cortada com diferentes serras. As placas de 120 x 20 cm têm aparência de carvalho, como na foto, e peroba.

Neourban, da Neobambu. Além da aparência de madeira de demolição, o piso de bambu ganha um tom acinzentado. As peças vêm em réguas de 91,5 x 9,6 x 1,4 cm e 96 x 9,6 x 1,5 cm.

Linha Atrative, da Eucatex. Os pisos laminados vêm em padrões que imitam carvalho. Quatro modelos têm um aspecto envelhecido, como o Celtic Oak (foto). As peças medem 1,36 x 0,2 x 0,08 m e têm garantia de 16 anos em ambientes domésticos.


quarta-feira, 26 de março de 2014

Jardim bom para cachorro. E para gato!

Plantas à prova de pets: elas não oferecem riscos e resistem às travessuras.

“Adaptei meu jardim em função dos cachorros, com árvores grandes e pedras que ajudam a drenar a urina e a manter a área verde organizada e bonita.” Mônica Cintra, dona do são-bernardo Mike e do vira-lata Carlitos.

“Minha akita,  Zucchini, subia em uma floreira pequena e estreita para fazer xixi, o que matava as plantas. Remexi a terra e joguei algumas sementes que viraram uma hortinha saborosa para ela. Problema resolvido!” Ana Hanashiro, arquiteta e adestradora da Bicho sem Preguiça.


Escavar aqui não é tão bom. Uma camada generosa de seixos grandes dificulta o acesso à terra. Além disso, por estarem soltas, as pedras geram instabilidade quando pisadas, fazendo os animais pensarem duas vezes antes de passar pela área.
Um canteiro bem tratado capta muitos olhares, inclusive dos pets, que enxergam ali um parque de diversões. E quando eles recebem passe livre para esse paraíso, quase sempre o resultado são buracos no solo e folhagens mordiscadas e arrancadas. Alguns cuidados podem evitar que o convívio acabe mal, a começar pela escolha das plantas. Eleja as mais resistentes, com caules e folhas firmes, a exemplo das palmeiras fênix, ráfis e cica, das arbustivas pleomele e buxinho, e das trepadeiras, como a tumbérgia. Já o gramado não tem vez: “A urina dos bichos é ácida e queima a grama. Não bastasse isso, nenhuma espécie suporta o pisoteio contínuo”, diz o paisagista Marcelo Faisal, de São Paulo, com base em sua própria experiência. “Como a forração morria, troquei boa parte dela por pedriscos e condicionei meu cão a fazer xixi apenas nas pedras”, fala. O tapete verde que restou fica fora do caminho do pet e permite a passagem eventual dos moradores – para locais de pouco tráfego, Marcelo indica as gramas são-carlos e esmeralda. Situação semelhante viveu a designer Mônica Cintra, que já cultivava um jardim quando o vira-lata e o são-bernardo chegaram. “Muitas plantas morreram, pois os machos demarcavam seus territórios”, lembra. Ela também apostou nos pedriscos sobre a terra e substituiu as variedades baixas por árvores e arbustos estruturados. “Hoje tenho palmeiras, murtas e jasmim”, relata. Para não abrir mão da coleção de orquídeas e bonsais, pendurou-os em troncos e arranjos verticais fora do alcance das patinhas. Outra boa solução vem da arquiteta e adestradora Ana Hanashiro. Os vasos com suas espécies preferidas não despertam o interesse dos três cachorros e da gata pois há um canteiro, só deles, repleto de delícias que podem ser mordiscadas: “Plantei ali uma mistura de sementes de alpiste, painço, milho e ervinhas que fazem bem”, ensina.

O perigo mora no quintal
Como todo cuidado é pouco com pets arteiros, exclua a vegetação que machuca, a exemplo das pontiagudas e espinhosas coroa-de-cristo, espada- -de-são-jorge e roseira. Descarte, ainda, as plantas tóxicas, que provocam irritações e podem levar à morte se ingeridas em grande quantidade. São elas: azaleia, hortênsia, alamanda, mamona, bico-de-papagaio, samambaia, copo-de-leite, comigo-ninguém-pode, espirradeira, costela-de-adão, macadâmia e lírio. E não é só por curiosidade que os animais mastigam as folhas. A maioria come gramíneas ao sentir desconforto estomacal e quando precisa provocar o vômito – os gatos usam esse método para liberar bolas de pelos que engolem em sua higiene. “Se não avistarem grama, podem escolher uma espécie tóxica”, alerta o botânico Gil Felippe. Fique de olho nos rótulos de adubos e inseticidas da jardinagem, pois alguns podem ser nocivos.

Aprendendo as regras da casa
Os cães, principalmente, precisam de ambientes estimulantes para gastar energia, segundo a adestradora Tarsis Ramão, da Cão Cidadão. “Porém, dá para ensiná-los que em alguns lugares não podem mexer”, diz. Eles são capazes de aprender a não entrar no local sem que sejam monitorados, mas não adianta brigar. “Antes de um não, precisa vir um sim. É difícil impor limites quando se proíbe tudo, sem dar uma alternativa de entretenimento semelhante”, fala Ana. Destine ao pet uma área exclusiva para brincar, fazer as necessidades fisiológicas e enterrar seus objetos. “Uma horta e um tanque de areia certamente agradarão”, aconselha a paisagista Marisa Lima.
Para animais, plantas e donos
07-jardim-bom-para-cachorro-e-para-gato
1 - Os primeiros brotos do mix de sementes (PetPira) surgem em quatro dias. A grama ajuda no trato intestinal dos cães. Petshop.com, R$ 7,90 (50 g).
2 - Atua como um repelente o spray Pet Away, a ser aplicado em locais de acesso proibido. A fórmula não afeta a saúde dos bichos nem das plantas. Cobasi, R$ 54,90 (400 ml).
3 - No livro Cães, gatos e plantas: o veneno ao alcance das patas, o botânico Gil Felippe aborda as espécies causadoras de complicações. Editora Setembro, R$ 25. 
*Preços pesquisados em 15 de outubro de 2013, sujeitos a alteração.

Fonte: Arquitetura & Construção

Três tipos de telhas transparentes: vidro, policarbonato e PET

Ambientes internos que sofrem com pouca incidência de luz natural se beneficiam de pequenas ilhas de telhas translúcidas. Descubra as vantagens de cada material.


Acontece: alguns pontos da casa, longe de janelas, acabam mais escuros do que o desejado. Uma boa solução para deixá-los agradáveis e reduzir o gasto com energia elétrica é criar trechos transparentes no telhado. “Leve em conta o peso tolerado pela estrutura, bem como a durabilidade do material. E lembre que, com essa alternativa, além da claridade, entra também mais calor nos espaços”, aponta Rui Pedroso, da Cia. das Telhas.

$ - PET RECICLADO

01-telhas-transparentes-vidro-policarbonato-e-pet

- leve, o material ecológico é translúcido, transmite calor e dificulta o desenvolvimento de fungos
- sem limpeza trimestral com sabão neutro, pode amarelar e sofrer ressecamento, o que provoca manchas e trincas
(Na foto, telha de termoplástico portuguesa, da Lubian, 21 x 39 cm - R$ 13)

$$ - POLICARBONATO
02-telhas-transparentes-vidro-policarbonato-e-pet
- é leve e oferece alta resistência a impactos
- aceita pequenos ajustes, pois pode ser cortado na obra
- transmite menor quantidade de calor graças ao filtro UV que recebe durante a fabricação
- não amarela e tem boa transparência
(Na foto, telha de policarbonato romana, da Atco, 22 x 41 cm - R$ 22)

$$$ - VIDRO
03-telhas-transparentes-vidro-policarbonato-e-pet
- pesa mais do que uma telha cerâmica, portanto deve ser usado com parcimônia ao substituí-la
- o material rígido é resistente, mas exige encaixe perfeito nas peças preexistentes
- transmite grande quantidade de calor, o que aquece o ambiente
(Na foto, telha de vidro romana, da Ibravir, 25 x 44 cm - R$ 35)

terça-feira, 25 de março de 2014

Neon está em alta: aposte no tom em móveis e objetos da casa

Na última Heimtextil, em Frankfurt, as cores fluorescentes foram apontadas como a próxima onda na decoração. Confira uma seleção de peças para deixar a casa antenada já.



Uma das paletas apresentadas como novidade durante a Heimtextil – a mais relevante feira internacional da indústria de tecidos, realizada em janeiro na cidade alemã – inspirou-se na importância que a tecnologia vem tomando em nossas vidas e na facilidade com que utilizamos seus recursos. A cartela Generate Collision, como foi chamada no evento, é composta de tons frios e quentes, mas todos bem acesos, aliados a um neutro para equilibrar. “Eles remetem aos processos produtivos que surgiram recentemente, como a impressão digital e de peças em 3D”, explica Celaine Refosco, diretora da Orbitato, empresa brasileira convidada a integrar o estudo divulgado durante a mostra. Além das nuances ultravivas, outro aspecto dessa tendência identifica a preocupação dos designers em oferecer itens fabricados em série que tenham alguma particularidade. Isso inclui aceitar as imperfeições surgidas na linha de produção e conceber objetos para serem customizados. “Trata-se de imaginar algo não definitivo, permitindo ao consumidor imprimir seus gostos e preferências no produto final”, diz Elisa Pettigrew, designer têxtil e cool hunter do portal de tendências WGSN-Homebuildlife. Ou seja, as previsões indicam uma casa cada vez mais personalizada, em que é possível ousar e esbanjar colorido.

Fonte: Casa Claudia


segunda-feira, 10 de março de 2014

9 dicas para acertar na hora de escolher a mesa lateral

De lado, mas não para escanteio! Afinal, o móvel que fica junto ao sofá, além de ser bastante útil no dia a dia, é capaz de afinar toda a decoração do estar.

Do branco ao azul. Na sala de tV, que exibe paleta entre o gelo e o marrom, o móvel azul é a estrela. os arquitetos Duke Capellão, rodrigo Kalache e Diego Uribbe, do escritório carioca Movimento, renovaram o modelo de madeira, arrematado em um depósito de usados no Rio de Janeiro por uma bagatela. “Removemos a antiga pintura branca e, para animar o ambiente neutro, tingimos a peça com um tom mais vivo”, diz Rodrigo. Também em espaços coloridos, esse azul, com sua personalidade forte, seria bem-vindo. “O matiz dialoga com o amarelo e o rosa”, exemplifica. Para conferir graça e leveza, objetos sobre os tampos, como vasos e revistas, são opções certeiras.

Do quarto à sala. Pré-fabricada de madeira, a casa da publicitária Doris Alberte, em são Paulo, é adornada de diversos itens desse material – caso do móvel que ladeia o sofá. A peça, feita pelo marido de Doris nas aulas de marchetaria, foi inicialmente pensada para atuar como criado-mudo no dormitório, mas conquistou espaço no estar. A fim de quebrar o ar austero, a moradora brincou com padronagens: repare como as listras do vaso, as bolinhas da almofada e os grafismos da cortina (de camurça, 1,40 x 2,30 m, Cinerama, R$ 289,90) convivem em equilíbrio e dão charme extra ao ambiente.

Do lixo ao lounge. Simples e chique. Conjugando as duas propostas, a designer de interiores Iamna Smarcevscki criou este ambiente aconchegante para a mostra Morar Mais Salvador 2011 – apesar de desenvolvido para uma casa de praia, o projeto, com sua mistura de estilos, pode ser fonte de inspiração para todo tipo de moradia. O toque rústico vem das caixas de madeira, que originalmente eram embalagens de luminárias, transformadas em mesinhas. “Aproveitar um objeto que seria descartado é uma ideia interessante e barata, que pode ser aplicada em qualquer decoração contemporânea”, considera a profissional, que tem escritório na capital baiana.

Do clássico ao moderno. Montado em estúdio pela equipe de MINHA CASA para atender a um casal de 40 anos com filhos adolescentes, este espaço concilia os gostos de ambas as faixas etárias. Daí a sintonia entre o sofá modular de suede (Sian Master, 90 x 90 x 64 cm*, Etna,Rr$ 999,90), que dificilmente sai de moda, e a jovial mesinha verde (de MDF e pínus, modelo Eme, 50 x 50 cm, Oppa, R$ 179). Observe que o abajur e o porta-retrato sobre o tampo são tradicionais e se contrapõem ao revisteiro de linhas contemporâneas (Excêntrico, de MDF, 35,5 x 15,1 x 35,2 cm, Tok Stok, R$ 118).

Do desalinho à proporção. “A harmonia vem da assimetria”, pondera a arquiteta paulistana Marie Caro, que, ao lado da colega Mariana Noya, concebeu este projeto. Ela se refere não apenas ao pequeno quadro, propositadamente posicionado para parecer deslocado entre o sofá, o abajur e a bancada, mas também à mesinha de design pouco convencional. “É uma peça vintage, dos anos 1950, bem versátil, que se ajusta a diferentes estilos de decoração”, fala. O móvel de caviúna promove um interessante jogo de alturas e formas: triangular e pequeno, é mais baixo do que o braço do estofado e faz um casamento perfeito com a banqueta, que serve de suporte extra.

Do degrau ao tampo. Para compor o ambiente descolado, a repórter visual Alessandra Okazaki, de Curitiba, apostou no emprego de objetos fora de suas funções habituais. Em vez de mesa ao lado do estofado, há uma escadinha com três degraus de madeira em tom natural. Despida de sua trivialidade cotidiana, a peça ficou ainda mais original ao receber vasos, livros e um inesperado cobogó fazendo as vezes de enfeite. Logo à frente, uma banqueta baixinha (22 cm), pintada em tom cereja, oferece um gracioso apoio complementar.

Do passado ao presente. A mesa Tulipa, desenhada pelo finlandês Eero Saarinen (1910-1961), é um clássico. Sua forma elegante continua atual, moldada para agradar aos mais diversos gostos e estilos. É o que afirma e demonstra o arquiteto José Marcelino, que tem escritório em Salvador e assina o projeto deste apartamento, também na capital baiana. O exemplar escolhido (com tampo de mármore e pé de alumínio, 41 x 52 cm, Toque da Casa, R$ 1 532) forma um par afinado com o abajur metálico. “Tudo deve ser sempre pensado como conjunto: o perfil esbelto da peça de iluminação tem a mesma leveza do móvel de apoio e do restante da sala”, aponta.

Do tom pastel ao vibrante. No estar da arquiteta Cristiane Passos, na capital fluminense, os revestimentos e os móveis maiores formam a base neutra que a permite brincar com itens de diferentes tonalidades. Entre eles, destacam-se os trazidos de uma viagem a Nova York, a exemplo da mesa azul-bebê, escolhida a dedo para comportar sobre seu tampo os objetos preferidos da profissional. “Apesar do tamanho (60 x 60 x 40 cm), não foi difícil despachála, pois trata-se de um modelo com pés desmontáveis. O melhor é que coube direitinho no canto junto do sofá”, comemora. Também vieram na bagagem o móbile fixado no alto e o pôster multicolorido.

Da medida à parceria. “Em geral, costumo especificar uma mesa que tenha a mesma altura do braço do sofá para que os objetos sobre ela apareçam”, afirma o arquiteto Luiz Fernando Grabowsky, do estúdio carioca que leva seu nome. A preferência é exemplificada com um de seus projetos: alinhado com a lateral do estofado, o móvel (65 x 60 cm, de aço inox e MDF com acabamento no padrão carvalho) põe em destaque o porta-retrato, o abajur e os porta-velas. O tampo redondo de madeira ajuda a aquecer o ambiente juntamente com os tons vermelhos do quadro e das almofadas.

Preços pesquisados em 7 e 8 de janeiro de 2014, sujeitos a alteração.

Fonte: Minha Casa

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

10 truques vapt-vupt para decorar a casa inteira gastando pouco

Ao personalizar o apê de 64 m², a moradora aliou praticidade, beleza e ousadia sem tirar os olhos do orçamento limitado. Tem até cabeceira da cama feita de toalha de mesa.

Mesmo com a fita métrica apontando uma área enxuta e a planilha de gastos apertada, a decoradora Mariana Stella, do estúdio curitibano Emme Interiores, tratou de deixar um brinco o apê recém-conquistado em parceria com o marido, o analista de sistemas Fernando Diego de Bittencourt. O segredo? Colocar cada pequeno gasto na ponta do lápis e permitir que a criatividade fale mais alto. O primeiro passo foi encomendar o mobiliário sob medida, etapa mais onerosa. “Para aliviar o valor final, escolhemos o MDF branco como matéria-prima, pois era o que havia de sobra no estoque do marceneiro. Também de olho na economia, abrimos mão dos fundos dos armários”, explica a profissional. O restante do dinheiro em caixa foi distribuído de forma inteligente: Mariana garimpou móveis, correu atrás de liquidações, apostou em acabamentos mais em conta e fugiu ao máximo do quebra-quebra. Além disso, soube tirar o melhor partido de cantos que pareciam perdidos, otimizando cada centímetro disponível. O resultado você confere a seguir, em uma dezena de boas ideias que pedem para ser copiadas!

1. DEQUES REMOVÍVEIS. No chão do pátio que leva ao jardim, fica a caixa de captação de água das calhas de todo o prédio, por isso não era possível assentar qualquer piso ali. Placas modulares apoiadas sobre uma camada de pedra brita resolvem a questão e resultam em um visual aconchegante. Além de funcionais, os 30 deques de madeira de 50 x 50 cm se revelaram uma alternativa acessível – o similar Isabela sai por R$ 28,90 na MadeiraMadeira.

2. TAPETES UNIDOS. Está difícil encontrar uma peça que não pese no bolso e tenha a medida exata que você procura? Siga o exemplo da moradora, que costurou três modelos idênticos de poliéster, de 1,50 x 0,80 m (SA173620, Balaroti, R$ 169,90 cada). Para um resultado impecável e emendas imperceptíveis, escolha um tapete sem bordas e de pelos altos.

3. TUDO MAIS EM CONTA. Na onda dos acabamentos que imitam outros materiais, a designer aplicou na parede do jantar uma tinta especial com textura que lembra pedra natural. A economia também veio na escolha dos móveis: mesa e cadeiras foram arrematadas em um brechó, enquanto os banquinhos de aço vieram das prateleiras de um supermercado.

4. BANCADA FUNCIONAL. Qualquer centímetro vale ouro para quem tem pouco espaço. Por isso, o vão de 40 cm de profundidade sob o balcão de granito foi preenchido com gavetas e armários magrinhos, além de um nicho para ocultar o micro-ondas.

5. ADESIVO QUE ALEGRA. Para tirar a cozinha da mesmice e fugir dos tradicionais azulejos atrás da pia, Mariana apostou em Con-Tact vermelho (Kalunga, R$ 32,90 o rolo de 10 m). Quando cansar da cor, é só trocar! O frontão de granito protege dos respingos de água.

6. BEM-ARRANJADO. Não é preciso investir em quadros caros para conquistar um efeito bacana – estes são de uma lojinha de R$ 1,99 do litoral do Paraná. A moradora, amante de carros, elegeu cinco imagens de automóveis antigos e comprou duas de cada. “Montei dois conjuntos e estudei diferentes formatos para dar a impressão de que se trata de um arranjo único”, comenta a moça, que fixou tudo com fita dupla face.

7. SOLUÇÃO EXPRESS PARA O CANTO DE TRABALHO. Na planta original, este espaço era destinado a mais um dormitório, porém o casal preferiu integrá-lo ao estar, ampliando a ala social. O dente que ficou próximo à janela virou escritório: uma mesa e uma cadeira deram conta do recado – repare que a bancada é extensão do móvel que apoia a TV.

8. PISO SOBRE PISO. Bastaram seis placas de pastilhas pretas dentro do boxe para dar outra cara ao banheiro branquinho. E o melhor: a instalação não exigiu quebra-quebra, já que Fernando usou argamassa específica para assentar as peças diretamente sobre a cerâmica.

9. ESTAMPA EM DESTAQUE. Parece papel de parede, mas trata-se de um adesivo decorado bem mais em conta (da Gekkofix, Yes Presentes, R$ 9,50 o metro). Retalhos do material ainda conferiram um toque marcante à superfície vizinha: bastou emoldurá-los em porta-retratos

10. DA MESA À PAREDE. Acredite: o revestimento listrado, que dá todo o charme ao quarto, é uma toalha de mesa plástica (Laurita Center, R$ 12,90 o metro). A peça é presa com dupla face e, nos cantinhos, com cola de silicone. Uma moldura oval de gesso fecha a proposta com chave de ouro.

Preços pesquisados entre 4 e 14 de novembro de 2013, sujeitos a alteração.

Fonte: Casa.com.br