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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Dê vida ao seu banheiro com um toque de amarelo!

Um banheiro predominantemente amarelo ou com alguns detalhes? Veja alguns modelos e inspire-se

O tempo em que os banheiros eram brancos com azulejos de cores sóbrias já passou! As tonalidades mais fortes estão na moda e invadiram até este espaço. E para um ambiente que exige um olhar diferenciado, nada melhor do que usar uma cor super energizante: o amarelo.
Seja em pequenos detalhes ou em uma parede inteira, não há banheiro que fique feio com um toque de amarelo vivo. Nunca pensou em usar a cor? Inspire-se nas nossas dicas para testar essa decoração divertida e transformar o seu banheiro!
Nas paredes
Os azulejos coloridos já eram bastante usados antigamente, mas as novas padronagens tem aparecido com o aumento do uso da cor. O azulejo dessa foto tem um padrão bem clássico, mas longe de ser tradicional.
Pra evitar a obra, a ordem é apostar nos papéis de parede. Eles são ainda mais modernos e tem de todos os tipos. Pra quem gosta de listras na parede…
Tem também motivos florais….
E claro, a boa e conhecida tinta. Composições de amarelo com branco, azul ou preto são fantásticas e garantem uma sensação de tranquilidade para o ambiente. Quadros e luminárias criam um ambiente ainda mais moderno.
Bancadas
As bancadas de pia, armários e prateleiras são ótimas escolhas para quem quer um toque de amarelo, mas prefere não deixá-lo como tom predominante. As bancadas de pia, além de serem bonitas, são fáceis de limpar e combinam muito bem com o branco, comum em cubas. Para um pouco mais de sofisticação, misturar uma peça moderna com tons mais sóbrios é sucesso na certa.
Se você não quer investir tanto numa peça amarela, customizar o armário que fica abaixo da pia e as prateleiras do banheiro já é uma boa maneira de colocar um pouco de cor no ambiente. Quem não quer ter um gaveteiro charmoso como este aqui?
Essa da foto abaixo leva o amarelo direto para a pia. O contraste com azul não deixa o ambiente ficar pesado e outros pequenos pontos também são coloridos de amarelo para combinar.
Minimalista
Você é adepto a uma decoração minimalista? O amarelo é perfeito pra isso. Como é uma cor mais forte e vibrante, ela tem a capacidade de quebrar aquela opacidade comum aos banheiros. Flores são encantadoras promovem a renovação do ar e de manhã trazem aquela sensação de bem estar.
Que tal colocar amarelo em pontos bem estratégicos? Aproveite a iluminação natural das janelas e potencialize com cortinas amarelo-claro. Além disso, as toalhas, o porta-escova e as saboneteiras também podem levar a cor para o banheiro.
Simples, minimalista, sofisticada ou amarelão. Cores são sempre muito bem vindas em todos os ambientes. Ajudam na concentração, na descontração e ainda trazem muita personalidade para o ambiente. E você, apostaria em que tipo de amarelo para o banheiro da sua casa?
Fonte: Imóvelweb


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

10 truques vapt-vupt para decorar a casa inteira gastando pouco

Ao personalizar o apê de 64 m², a moradora aliou praticidade, beleza e ousadia sem tirar os olhos do orçamento limitado. Tem até cabeceira da cama feita de toalha de mesa.

Mesmo com a fita métrica apontando uma área enxuta e a planilha de gastos apertada, a decoradora Mariana Stella, do estúdio curitibano Emme Interiores, tratou de deixar um brinco o apê recém-conquistado em parceria com o marido, o analista de sistemas Fernando Diego de Bittencourt. O segredo? Colocar cada pequeno gasto na ponta do lápis e permitir que a criatividade fale mais alto. O primeiro passo foi encomendar o mobiliário sob medida, etapa mais onerosa. “Para aliviar o valor final, escolhemos o MDF branco como matéria-prima, pois era o que havia de sobra no estoque do marceneiro. Também de olho na economia, abrimos mão dos fundos dos armários”, explica a profissional. O restante do dinheiro em caixa foi distribuído de forma inteligente: Mariana garimpou móveis, correu atrás de liquidações, apostou em acabamentos mais em conta e fugiu ao máximo do quebra-quebra. Além disso, soube tirar o melhor partido de cantos que pareciam perdidos, otimizando cada centímetro disponível. O resultado você confere a seguir, em uma dezena de boas ideias que pedem para ser copiadas!

1. DEQUES REMOVÍVEIS. No chão do pátio que leva ao jardim, fica a caixa de captação de água das calhas de todo o prédio, por isso não era possível assentar qualquer piso ali. Placas modulares apoiadas sobre uma camada de pedra brita resolvem a questão e resultam em um visual aconchegante. Além de funcionais, os 30 deques de madeira de 50 x 50 cm se revelaram uma alternativa acessível – o similar Isabela sai por R$ 28,90 na MadeiraMadeira.

2. TAPETES UNIDOS. Está difícil encontrar uma peça que não pese no bolso e tenha a medida exata que você procura? Siga o exemplo da moradora, que costurou três modelos idênticos de poliéster, de 1,50 x 0,80 m (SA173620, Balaroti, R$ 169,90 cada). Para um resultado impecável e emendas imperceptíveis, escolha um tapete sem bordas e de pelos altos.

3. TUDO MAIS EM CONTA. Na onda dos acabamentos que imitam outros materiais, a designer aplicou na parede do jantar uma tinta especial com textura que lembra pedra natural. A economia também veio na escolha dos móveis: mesa e cadeiras foram arrematadas em um brechó, enquanto os banquinhos de aço vieram das prateleiras de um supermercado.

4. BANCADA FUNCIONAL. Qualquer centímetro vale ouro para quem tem pouco espaço. Por isso, o vão de 40 cm de profundidade sob o balcão de granito foi preenchido com gavetas e armários magrinhos, além de um nicho para ocultar o micro-ondas.

5. ADESIVO QUE ALEGRA. Para tirar a cozinha da mesmice e fugir dos tradicionais azulejos atrás da pia, Mariana apostou em Con-Tact vermelho (Kalunga, R$ 32,90 o rolo de 10 m). Quando cansar da cor, é só trocar! O frontão de granito protege dos respingos de água.

6. BEM-ARRANJADO. Não é preciso investir em quadros caros para conquistar um efeito bacana – estes são de uma lojinha de R$ 1,99 do litoral do Paraná. A moradora, amante de carros, elegeu cinco imagens de automóveis antigos e comprou duas de cada. “Montei dois conjuntos e estudei diferentes formatos para dar a impressão de que se trata de um arranjo único”, comenta a moça, que fixou tudo com fita dupla face.

7. SOLUÇÃO EXPRESS PARA O CANTO DE TRABALHO. Na planta original, este espaço era destinado a mais um dormitório, porém o casal preferiu integrá-lo ao estar, ampliando a ala social. O dente que ficou próximo à janela virou escritório: uma mesa e uma cadeira deram conta do recado – repare que a bancada é extensão do móvel que apoia a TV.

8. PISO SOBRE PISO. Bastaram seis placas de pastilhas pretas dentro do boxe para dar outra cara ao banheiro branquinho. E o melhor: a instalação não exigiu quebra-quebra, já que Fernando usou argamassa específica para assentar as peças diretamente sobre a cerâmica.

9. ESTAMPA EM DESTAQUE. Parece papel de parede, mas trata-se de um adesivo decorado bem mais em conta (da Gekkofix, Yes Presentes, R$ 9,50 o metro). Retalhos do material ainda conferiram um toque marcante à superfície vizinha: bastou emoldurá-los em porta-retratos

10. DA MESA À PAREDE. Acredite: o revestimento listrado, que dá todo o charme ao quarto, é uma toalha de mesa plástica (Laurita Center, R$ 12,90 o metro). A peça é presa com dupla face e, nos cantinhos, com cola de silicone. Uma moldura oval de gesso fecha a proposta com chave de ouro.

Preços pesquisados entre 4 e 14 de novembro de 2013, sujeitos a alteração.

Fonte: Casa.com.br

Gesso pode substituir o reboco?

Trocar o reboco comum pelo de gesso tem seus prós e contras. Os engenheiros esclarecem.

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Trocar o reboco comum pelo de gesso tem seus prós e contras, por isso o ideal é avaliar caso a caso, segundo o engenheiro civil Marcelo Libeskind, de São Paulo. “As principais vantagens do gesso são a rapidez da obra e a economia de materiais, já que ele substitui de uma só vez o reboco, o chapisco e o emboço [revestimentos clássicos de uma parede de alvenaria].”Com relação aos pontos negativos, o especialista lembra que o gesso não suporta umidade, daí ser proibido em cozinhas, banheiros e áreas externas. A aplicação se assemelha à do reboco tradicional (massa fina) e deve ser feita diretamente sobre a alvenaria, que tem de estar limpa e sem irregularidades. Basta uma demão. Antes da pintura, porém, a superfície precisa receber selador (a menos que a tinta seja própria paragesso) e uma camada de massa corrida. Para garantir um bom acabamento, é importante contratar mão de obra especializada – leve isso em conta ao decidir.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Rio de Janeiro com vista para o mar

Arthur Casas assina morada cosmopolita

  (Foto: Fernando Guerra)
Certamente estava escrito que ele seria arquiteto, e dos bons. “Com o nome que tenho, essa era a profissão mais razoável”, diz Arthur Casas, uma das referências estelares do cenário internacional quando o tema é a arquitetura contemporânea brasileira.
O bonito ensaio nestas páginas da Casa Vogue exibe a modalidade que elevou seu nome ao panteão da nossa arquitetura: o projeto residencial. À primeira vista, bem poderia ser uma homenagem à Farnsworth House (1945-1951), de Mies van der Rohe, que inspirou The Glass House (1949), de seu pupilo Philip Johnson, ambas referências famosas e localizadas nos Estados Unidos. Mas, da fluidez transparente desta casa de vidro carioca, perfumada pela brisa oceânica, com vista para o poente, emana nosso know-how construtivo, nossa informalidade, nossa ginga, nossa alegria de viver. É uma fórmula orgânica que brota da taba indígena e da palhoça cabocla, que reúne em sua estrutura híbrida, miscigenada, vigor e delicadeza, frutos da nossa “brasileirice”, como diria o poeta Vinicius de Moraes.

A residência leva a assinatura de Arthur Casas, à frente da equipe formada por Marina Werfel, Renata Adoni e Regiane Khristian, a trinca de arquitetas que divide os louros do projeto de 500 m², erguido em terreno de 1.300 m². “Até pouco tempo atrás, meu trabalho foi estritamente autoral. Hoje, busco me aproximar da nova geração de profissionais que formamos no escritório, discutindo projetos, trazendo outras visões, mas preservando nosso DNA”, afirma. Situada no Rio de Janeiro em um ponto privilegiado por um dos mais belos panoramas do mundo, esta proposta vibrantemente brasileira é composta por três pisos e três dormitórios, dois no piso inferior e, no superior, a suíte máster. “O conceito foi a contemplação da paisagem, a vista para a água, para a exuberante flora do Rio e suas belezas naturais”, explica Arthur, acrescentando: “Estivemos junto do proprietário desde a compra do terreno.

O local possui uma casa na frente e parecia não ter acesso ao mar. Nosso partido foi elevar a construção, integrando-a à praia com amplas aberturas para a ventilação natural, e ganhar a vista para a Pedra da Gávea”.O projeto, que prima pela elegância, pela simplicidade e pela leveza conceitual, foi realizado com uma economia de materiais que justamente reforça a beleza de seu traçado. São três componentes básicos: os panos de vidro, o piso de madeira e as pedras nos arrimos e revestimentos. Sem esquecer os de alçada poética: a luminosidade, a brisa, o oceano.

O ano que se encerra representa um marco na trajetória de três décadas desse profissional paulista que cultiva uma estética cosmopolita de raiz brasileira e tem QG paulistano com filial em Nova York. Em 2014, o Pelourinho, em Salvador, terá três largos revitalizados pelo Studio Arthur Casas. Entre os concursos que seu escritório venceu recentemente, estão o novo Centro Administrativo do Governo do Estado do Maranhão, em São Luís, e uma torre de escritórios em São Paulo. “Qualquer edifício deve ser o resultado de uma reflexão a respeito da identidade da cidade por meio das relações que se estabelecem entre arquitetura, paisagem e comunidade”, reflete o premiado arquiteto, que vem, desde 2012, firmando sua marca em projetos de grande escala de norte a sul do país.

* Matéria publicada em Casa Vogue #340 (assinantes têm acesso à edição digital da revista)
  (Foto: Fernando Guerra)

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  (Foto: Fernando Guerra)

  (Foto: Fernando Guerra)

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  (Foto: Fernando Guerra)

  (Foto: Fernando Guerra)

  (Foto: Fernando Guerra)

  (Foto: Fernando Guerra)

  (Foto: Fernando Guerra)

  (Foto: Fernando Guerra)

  (Foto: Fernando Guerra)














































































































Fonte: http://zip.net/bdl0Rm

Decoração do Dia

Para cozinhar e receber os amigos

  (Foto: reprodução)
Um espaço de convivência que faz às vezes de cozinha ou o contrário? Esta é a dúvida que fica ao vermos este ambiente de uma casa no Canadá. Uma grande bancada central permite que os moradores façam suas refeições ao lado do fogão e da pia. O forno e a geladeira ficam à direita, mas foram de tal modo incorporados ao armário, que quase não se tem lembrança de uma cozinha nos moldes tradicionais. Logo abaixo da mesa, uma pequena adega transforma o espaço em um lugar ideal para encontros de amigos e familiares. Duas cadeiras brancas e uma Eames Molded Plastic Chair laranja, desenvolvida pelo casalCharles e Ray Eames, completam o décor. Para garantir mais amplitude, o piso e o teto são de madeira clara.
Fonte: http://zip.net/bwl0lc 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Janelas acústicas valem a pena?

Janelas acústicas valem a pena?

Garantir a paz e tranquilidade dentro de casa pode ter um custo elevado, além de alguns empecilhos na ventilação

Quem trabalha nos grandes centros das cidades sabe que estará em meio ao caos. É buzina, motor de carro, pouso e decolagem de aviões, caminhões para todo o lado. Isso sem falar no barulho do progresso: as obras. Qual cidade nesse país não está em obras por conta da Copa de 2014?
Os decibéis e os Hertz são duas formas de medir o som. A Organização Mundial de Saúde, OMS, defende que o ideal nível de ruído aceitável para os ouvidos humanos sem risco de doenças futuras é de 50 decibéis, equivalente a uma rua sem tráfego pesado. Porém somos constantemente bombardeados com níveis muito acima do recomendado. Por exemplo, próximo ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo, o dia de menor ruído alcança facilmente 70 decibéis. 20 acima do indicado! Chegar em casa e ouvir o doce som do silêncio é um merecido afago para os ouvidos. Contudo, essa não é a realidade de todo mundo, já que além de trabalhar nos grandes centros algumas pessoas também moram lá e, para elas, o barulho não dá descanso.
Nessa onda de construções, a grande maioria dos novos imóveis tem playground, academia e área de lazer estendida. E nesse tipo de construção nas áreas de lazer o forte não é o conforto acústico, e aí elas surgem: as maravilhosas janelas acústicas. Mas, será que vale a pena instalar uma em casa?
Prós
Existem diferentes tipos de janelas anti-ruído e o diferencial entre elas é o material utilizado e o isolamento promovido por elas. Quanto mais espessa, maior será o conforto acústico oferecido por ela. Elas podem ser de feitas de vidro duplo, triplo ou até mesmo quádruplo, tendo os espaços entre os vidros preenchidos com borracha, lã de vidro ou gás especial, auxiliando a isolar o barulho. Ou mesmo ser de um único vidro com espessura grossa. Somente um especialista pode dizer o tipo ideal para o seu caso, pois a janela desejada varia conforme o ruído emitido pelo local e o tamanho dela, mas até mesmo as mais simples prometem reduzir em 50% o barulho que entra na casa.
Em apartamentos ou outras construções que não podem ter sua fachada alterada também dá pra instalar tranquilamente uma janela acústica. Nesses casos elas são instaladas pelo lado interno da casa, podendo ser abertas sem problemas e não exigindo obras extensas na instalação.
Outra grande vantagem dessas janelas é o isolamento térmico. Os vidros mantêm a temperatura da casa sempre estável, evitando aquele ventinho gelado saindo das frestas em dias mais frios.
Contras
O preço do silêncio é bem alto. Alto mesmo, se comparado a uma janela normal. Estima-se que uma janela acústica de tamanho 1,20 m x 1,20 m, não sai por menos de 2 mil reais. Este valor corresponde apenas ao material simples, desprezando os custos de mão de obra e possíveis reparos na obra. Conforme o material escolhido, este preço pode mudar bastante, como as janelas de maior espessura isolam mais os ruídos, logicamente, são as mais caras. Para quem mora numa zona muito barulhenta e quer isolar todas as janelas, o investimento para garantir o silêncio será bem alto.
Onde não entra som, não entra ar. Além do alto preço, nem todos os modelos funcionam como janelas normais – podendo ser abertas e fechadas ao belo gosto do freguês. Principalmente nos casos onde não são permitidas alterações da fachada, a janela mais indicada é a que permanece fechada, trazendo a sensação de estar dentro de uma bolha. Nesses casos, o morador fica “refém” de um bom ar condicionado, garantindo a ventilação.
A decisão é só sua entre instalar ou não as janelas anti-ruído. Claro que ter aquele soninho de bebê sem ser atrapalhado por nenhuma buzina vale a pena, mas saiba que o investimento será um pouquinho alto para garantir sua paz e tranquilidade. A dica é pesquisar bastante e em várias empresas diferentes. Sempre consulte o engenheiro responsável pela empresa para saber se a instalação da janela não dará problemas futuros na estrutura da casa e, não esqueça de pechinchar aquele descontinho!
Fonte: Imovelweb

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Aprenda a escolher o melhor acabamento de tinta para a sua casa

Aprenda a escolher o melhor acabamento de tinta para a sua casa

Saiba quais são os prós e os contras do fosco, acetinado e semibrilho, principais produtos disponíveis no mercado
O mercado de tintas oferece uma grande quantidade de cores para a pintura das superfícies, com basicamente três diferentes tipos de acabamento – fosco, acetinado ou semibrilho. Diante de tantas variações, fica difícil saber qual é a mais indicada para as necessidades da casa.
Além das cores, consumidor deve optar pelo melhor tipo de acabamento
Além das cores, consumidor pode optar pelo melhor tipo de acabamento

Mateo Lazzarin, gerente de laboratório da Tintas Coral, afirma que o fosco, como não possui brilho, permite disfarçar pequenos defeitos e irregularidades das paredes e tetos.  Sendo assim, proporciona uma aparência uniforme nas áreas.
Já Karina Monaco, gerente de produto da Suvinil, acrescenta que essa alternativa ajuda a camuflar erros e falhas de aplicação ou de diluição da tinta, e é capaz de deixar o ambiente mais aconchegante.
Porém, o especialista da Coral alerta que tal opção, por ter um filme um pouco mais poroso, pode gerar acúmulo de sujeira com mais facilidade ou apresentar polimento quando submetida a atrito. Portanto, não é a mais recomendada para locais onde se requer limpeza frequente.
Embora possam ressaltar mais as imperfeições, os acabamentos acetinado e semibrilho se mostram resistentes a uma faxina, pois seus filmes são menos porosos (quanto mais brilho, menor a porosidade), conforme explica Lazzarin.“Por isso, além de dificultar a aderência da sujeira, tornam a limpeza da superfície mais fácil, sem que haja o risco de polimento do filme da tinta, como ocorre no acabamento fosco”, completa.
Os cômodos da casa, como sala e quartos, podem receber tintas de qualquer tipo de acabamento
Sala e quartos podem receber tintas de qualquer tipo de acabamento
Karina sugere o uso da opção acetinada em paredes bem niveladas, onde se deseja ampliar a praticidade da remoção da sujeira, bastando o responsável pela limpeza utilizar um pano úmido com detergente neutro.
Por outro lado, ela diz que o acabamento semibrilho proporciona reflexos mais intensos e é indicado para superfícies niveladas, como portas, batentes e janelas.
Fonte: Revista Zap

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Transforme janelas antigas em objetos de decoração

Transforme janelas antigas em objetos de decoração

Saiba como reaproveitar peças que não usa mais em casa ou de demolição
O jornalista Mauricio Bonas tem um hobby especial: criar peças de decoração a partir de janelas e portas de demolição. Ele começou esse trabalho há alguns anos como uma brincadeira para os fins de semana, e continua sendo assim até hoje.
Ele conta que a primeira que fez foi a soma de necessidade e prazer estético. Ele encontrou uma janela gigante, de quase 2 metros de altura, em uma caçamba e, na época, precisava de um espelho para um quarto em casa.
Se for para uso em ambientes internos, é recomendado o uso de cera de carnaúba em barra, pois mantém a coloração da madeira e, ao mesmo tempo, protege contra oxidação (Foto: Mauricio Bonas)
“Ela era perfeita. Peguei da caçamba e fiz. Além de ter sido divertido, amigos e parentes começaram a me pedir coisas semelhantes. Agora, talvez porque não aguentem mais ganhar janelas espelhadas, meus amigos começaram a trazer outras pessoas interessadas nas peças. Então o hobby continua, mas também vendo as peças”, relata.
Bonas tem janelas de demolição de fazenda com 90, 100 anos. Para ele, o desenho delas e a forma como a madeira foi moldada as tornam especiais, assim como o tipo de madeira. “Já tive uma de pinho de riga, o que me parece incrível, e há ainda o toque que elas ganham com o tempo. Com um culo, a madeira é algo macio, aveludado, embora mantenha a estrutura e a força particulares”, explica. Segundo ele, há peças incríveis também mais recentes, em especial de casarões dos anos 1940 e 1950 demolidos em bairros tradicionais como o Brooklin, feitas em madeira de lei.
“Basicamente o que faço é espelhar as janelas, substituindo os vidros por espelhos, ou usá-las como suporte para fotos e, em alguns casos, acrescentar caixas para colocar plantas, por exemplo.”
Outra dica é substituir os vidros por espelhos, ou usá-las como suporte para fotos e, em alguns casos, acrescentar plantas, por exemplo (Fotos: Divulgação)
O jornalista explica que não pinta nem força a criação de um suposto registro ‘antigo’ de tinta. “Busco nela sua história. Normalmente há cinco ou seis camadas de tinta, além de uma extra de poluição, e o bacana é retirar essas deposições do tempo até que a peça se mostre como ela é – com suas imperfeições, sua vivência, as cores que teve, a marca que alguém lá atrás nela fez.”
Passo-a-passo
Normalmente, Bonas começa retirando os vidros e limpando a massa e os preguinhos que os seguram. É um trabalho às vezes chato, mas importante: o local em que os vidros estão encaixados vai ser o berço de espelhos ou fotos e deve estar bem limpo, plano e sem resíduos.
Para essa limpeza, ele usa um alicate de bico arredondado, para os preguinhos, e formão para a massa. Uma chave de fenda larga também serve. É comum alguns vidros se quebrarem, mas não há nada a fazer.
O segundo passo é lixar. A primeira lixada, dependendo da quantidade de tinta sobreposta, pode ser mais rude. Ele usa lixadeira elétrica nessa fase, mas com lixa fina e sem muita pressão. É uma forma de evitar que todas as camadas sejam retiradas. Se a ideia é ter a madeira crua apenas, lixa grossa é o ponto.
Se o uso for externo, ao tempo, é recomendável aplicar verniz náutico transparente, fosco, que normalmente não afeta a coloração da madeira
A lixadeira, que pode ser uma dessas manuais compradas em casas de materiais de construção, só serve para as superfícies planas. Os detalhes e reentrâncias devem ser lixados manualmente. Bonas usa um toquinho de madeira envolvido em lixa para isso.
Em alguns casos, dependendo do efeito que se quer, uma boa ideia é usar os cacos de vidro da própria janela para raspar a tinta. É especialmente bom quando foi usada tinta a óleo muito grossa. Ela sai mais fácil e dá um efeito bom, com falhas, que ficam bonitas. Vale também, para o mesmo efeito, usar um raspador de tinta, que custa menos de R$ 10 em qualquer loja de material de construção.
Lixar é um processo longo e seu limite é o visual que se queira ter. “É um tipo de arqueologia: vá raspando até chegar ao lugar que agrade. No meu caso, gosto de deixar partes de todas as camadas e, claro, da própria madeira”, orienta. Detalhes, como puxadores metálicos, ficam ótimos.
Quando o processo de lixar e raspar está completo, ele limpa com um pano bem molhado ou, no limite, lava a peça. Depois, deve-se deixar secar bem e, se estiver tudo ok, rever os encaixes, colando com cola de madeira se necessário ou repregando, e acabar com carunchos ou cupins – que, aliás, são muito raros.
Esta opção é um contraponto interessante à tendência que boa parte das pessoas tem de optar por janelas de alumínio ou plástico
Para finalizar, se a peça for ter uso interno, ele usa apenas cera de carnaúba em barra. Ela mantém a coloração da madeira e, ao mesmo tempo, protege contra oxidação. Se o uso for externo, ao tempo, é recomendável aplicar verniz náutico transparente, fosco, que normalmente não afeta a coloração da madeira. O verniz às vezes é necessário – um cliente, por exemplo, pediu a ele uma janela espelhada grande, com vários ganchos para pendurar toalhas e coisas assim, e a instalou na parede ao lado de uma banheira de hidromassagem.
Por fim, coloque os espelhos – ou vidros, caso se queira usar para fotos. Melhor levar a peça a uma vidraçaria e pedir que cortem. Essas peças antigas por vezes são irregulares, e eles sabem como trabalhar com isso. A fixação se dá com micropregos e, por cima, massa de vidraceiro. Deixe secar por dez dias pelo menos antes de colocar a peça na vertical. Outra opção de acabamento é usar uma pequena moldura de madeira. Fica bem melhor que a massa, mas é um custo a mais e, no final, ninguém vai ficar olhando atrás da janela.
Decoração interna ou construção
Além de decoração interna, peças de demolição são incríveis para novas construções nas quais se queira dar um toque campestre. Para um consultório, Bonas recuperou um par de portas-balcão, deixando-as com um jeitão bem original, e o resultado é uma entrada deslumbrante no local – ficou com uma pegada provençal.

Esse uso é um contraponto interessante à tendência que boa parte das pessoas tem de optar por janelas de alumínio ou plástico em suas casas, muitas vezes substituindo as antigas.Outro cliente construiu uma cozinha caipira externa em sua casa e optou por ampla área envidraçada. O jornalista recuperou para ele cinco janelas dos anos 1950 e duas portas-balcão ainda mais antigas, que ficaram ótimas em conjunto com tijolos aparentes.
Há muito que fazer com material de demolição. No fundo, como em tudo, o limite é a imaginação.
Outras dicas
Bonas recomenda que, quem quiser se aventurar pela brincadeira, pense em investir quatro a cinco dias em cada peça caso tenha muito tempo e energia livres, ou 10 a 15 se trabalhar sem pressão.
Espelho custa caro. Não tem mágica a respeito, exceto se usar material plástico ou similar – mas distorce a imagem e não tem vida útil longa – ou se comprar em fábrica, mas então é preciso ser em boa quantidade e ter instrumentos para cortar vidro. As variam entre R$ 250 e R$ 1.000.

sábado, 28 de setembro de 2013

Primavera traz novas tendências para decoração

A estação das flores neste ano irá prezar pela mistura de cores quentes, utilização de móveis vintage, além de adornos floridos:

primaA chegada da primavera, considerada a estação mais alegre do ano, abre espaço para novas inspirações e tendências em móveis e decoração. As cores quentes, os móveis vintage, os adornos e as flores da estação são apontados por profissionais do ramo como uma alternativa para inovar um ambiente residencial ou comercial unindo beleza e conforto. Esse é o momento de deixar o local com mais glamour, frescor e vivacidade.

A diretora executiva e decoradora da Eletro Nobre, Cida Ferreira, conta que o período é propício para deixar a casa mais alegre. Os tons sóbrios e escuros, característicos do inverno, são deixados para trás e dão espaço para cores e estampas. “Essa é a época do ano em que a casa fica mais aberta, momento ideal para deixá-la ainda mais bonita. Para isso, a transição de cores na decoração, das escuras para as quentes, é essencial”, destaca a diretora.

Segundo Cida, a tendência de móveis para a estação segue a linha retrô. A dica é repaginar alguma mobília antiga, já descartada, ou mesmo procurar no mercado peças nas quais predomina o estilo. “Na Eletro Nobre temos mesas, aparadores e cadeiras que dão um toque retrô e de sustentabilidade. Para investir neste estilo, dê preferência aos clássicos e de formas arredondadas. As peças de madeira também estão sempre em alta, pois transmitem a sensação de frescor. Estantes, criados mudos, cadeiras e outras mobílias com cores primárias também estão dentro do conceito que faz parte da primavera”, explica.

Para sala de estar, a dica da diretora executiva é investir em sofás com estofado em tons neutros ou, para quem quer dar um ar ainda mais marcante, com estampas coloridas. Outra alternativa são as almofadas com apresentações lisas, florais ou listras coloridas.

A especialista em projetos e diretora do escritório Izabel Souki Engenharia e Projetos, Izabel Souki, destaca algumas dicas para decoração e ornamentação de vitrines e ambientes comerciais como lojas e boutiques.  Ela ressalta que o tom da estação é as flores e elas podem ser introduzidas nos ambientes como forma de adornos e enfeites agregando aromas e cores. “Inserir elementos coloridos na decoração também faz toda a diferença, uma vez que os ambientes estão cada vez mais clean e limpos, colocar um objeto colorido dá vida ao ambiente e combina com o frescor da estação”, completa Izabel.

O uso de cores nas paredes também é uma dica da especialista, nessa hora é importante avaliar o ambiente e ver quais as combinações serão melhores, seja pintar um lado ou todo o ambiente. “As cores, são sempre bem vindas e devem ser usadas conforme a necessidade e estilo de cada ambiente. Outra dica para preparar os ambientes comerciais para a primavera é de acordo com ramo de negócio, introduzindo elementos que caracterizam a mudança de estação”, acrescenta.

Fonte: Dzaí