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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Prédio francês de 17 andares lembra um pinheiro coberto de neve

Assinado por Sou Fujimoto, Nicolas Laisné e Manal Rachdi, prédio intensifica a ligação entre arquitetura e natureza.

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Obra dos arquitetos Sou Fujimoto, Nicolas Laisné e Manal Rachdi, o L’Arbre Blanc venceu a concorrência para integrar o projeto Folie Architecturale of the 21st Century. Trata-se de uma deliciosa loucura arquitetônica, patrocinada pela administração de Montpellier, na França. O prédio de 17 andares (10225 m²), que lembra um pinheiro coberto de neve, será erguido num parque próximo ao centro histórico da cidade e abrigará 120 apartamentos, restaurante, galeria de arte, escritórios e bar, com uma espetacular vista panorâmica: pode-se alcançar a paisagem montanhosa do Pic Saint-Loup, as margens do rio Lez, o skyline de Montpellier ou o mar.

Fonte: Arquitetura & Construção

terça-feira, 25 de março de 2014

Nova passarela de pedestres é inspirada na Vitória-Régia

Inspirada na vitória-régia, passarela recém-inaugurada para pedestres e ciclistas embeleza São Paulo

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A planta aquática, que nasce inclusive em águas pouco limpas, determinou o desenho da ponte móvel Friedrich Bayer, projetada pelo escritório Loeb Capote Arquitetura para ligar o bairro do Socorro à estação Santo Amaro da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e do metrô. “Num pedaço tão poluído do rio Pinheiros, a imagem da flor traduz o desejo de recuperação do cenário”, filosofa o arquiteto roberto Loeb. “A cidade precisa não só de eficiência mas também de beleza.” Com 90 m de extensão, a obra proporciona uma travessia de 10 minutos aos cerca de 15 mil usuários. Além disso,ao fazer a conexão entre as margens, ampliou a ciclovia em 2,8 km. A partir deste mês, leds dispostos nos contornos da estrutura de metal se acenderão à noite, e a ponte poderá ser avistada até por quem chega à capital de avião.

Fonte: Arquitetura e Construção

sábado, 15 de março de 2014

Saiba se você pode comprar um imóvel pelo programa Minha Casa, Minha Vida

Famílias que ganhem até R$ 5.000 mensais (somando os ganhos de todos) podem se candidatar a comprar a casa própria por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, criado pelo governo federal em 2009 para atender usuários de baixa renda.
Podem se candidatar a uma casa famílias de três faixas de renda: até R$ 1.600; de R$ 1.601 a R$ 3.275; e de R$ 3.276 a R$ 5.000.
A faixa 1 recebe o maior subsídio do governo e pode chegar até 95% do valor de imóveis. O preço máximo da casa tem ser de até R$ 76 mil. É a chamada habitação de interesse social. Essa parte da população não teria acesso à casa própria sem o auxílio governamental.
Segundo a Caixa, o programa pode estar disponível nas prefeituras das capitais e suas regiões metropolitanas e cidades com mais de 50 mil habitantes. Se a prefeitura for parceira do Minha Casa, Minha Vida, o interessado deve fazer sua inscrição para a seleção das moradias da faixa 1 do programa.
Além da renda familiar ser limitada a R$ 1.600, a Caixa informa que não podem se inscrever no programa diretamente nas prefeituras quem já tem imóvel ou já recebeu ajuda habitacional do governo federal; tem financiamento imobiliário; quem está cadastrado no Cadastro Nacional de Mutuários (Cadmut) e no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin); tem ou já teve contrato de arrendamento de imóvel no Programa de Arrendamento Residencial (PAR); a inscrição também é vetada a empregados da Caixa.
A assessoria de imprensa da Caixa informa que, para o faixa 1, não é exigida entrega de documentação por parte do beneficiário para comprovação de renda. O banco faz pesquisas nos cadastrados de FGTS, relação anual de informações sociais (Rais) e cadastro único de programas sociais (Cadunico) para validar a renda declarada e o enquadramento no programa.
As faixas 2 e 3 podem financiar imóveis, com subsídio menor, no valor de até R$ 190 mil em grandes cidades como São Paulo, Rio e Brasília. Esse valor pode variar de acordo com a região do país e do imóvel.  Os interessados que se enquadram nestas duas faixas podem fazer a simulação na Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil.
Quem está nas faixas 2 e 3 pode procurar imóveis disponíveis no mercado no valor de até R$ 190 mil nas regiões atendidas pelo Minha Casa, Minha Vida. O programa destina-se apenas a empreendimentos, conjuntos de casas ou de apartamentos, vendidos na planta ou novos (com até 180 dias de Habite-se). Para fazer o financiamento é preciso procurar a Caixa ou o Banco do Brasil. 
Segundo o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, a meta é construir 2,5 milhões de moradias. Deste montante já estão prontas ou foram entregues 1,2 milhão de unidades (casas ou apartamentos).

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Condomínio Fechado será lançado Sábado


Com localização privilegiada,Residencial Parque das Flores, oferece apartamentos de 45 e 52m².

Será lançado sábado em Sumaré, o Residencial Parque das Flores, Condomínio fechado de apartamento.
Com o Lema "Do jeito que você sonho. Nas condições de você pode", o empreendimento terá 440 moradias de 45 e 52m², com 02 Dorms e uma vaga de garagem. São quatro unidades por andar.

Programas Federais de Financiamento e possibilidades de bonus de até R$ 25.000,00 além da utilização do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), estimulam os negócios.

Localizado na Avenida Fuad Assef Maluf, em frente ao Portal Bordon, o Empreendimentoe stá em ponto estratégico e de fácil acesso á Rodovia Anhanguera (SP-330).

O plantão de vendas atenderá no mesmo local (Avenida Fuad Assef Maluff, 2133). Outros detalhes estão disponíveis em nosso site (www.corretorsidnei.com.br) e pelo telefone (19) 3468-4243.

Para facilitar a compra o empreendimento informou que possibilita a utilização do Programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal. O programa é destina à familai com renda de 3 á 10 salários mínimos, e permite o financiamento do imóvel de até 360 meses, além de possibilitar por meio de Fundo Garantidor Habitacional, o refinanciamento de parcelas, em caso de perda de renda, morte, invalidez ou danos ao imóvel. Outra facilidade é a utilização do FGTS.

Estrutura: os moradores do Residencial parque das Flores, contarão com infraestrutura preparada para o lazer e o esporte. O Condomínio terá playground infantil e juvenil, dogs space, quadra de areia e recreativa, uma mini rampa de Skate e Patins, Quadra de Bocha, Churrasqueira com Forno de Pizza, Salão de Festas, Fitness Externo, Portaria para Pedestres e Portaria para Veículos.


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Minha Casa, Minha Vida: famílias com renda de até R$ 1,6 mil foram as mais beneficiadas com o programa

Balanço em 2013
 

De acordo com o levantamento feito pelo programa Minha Casa, Minha Vida, mais da metade dos imóveis adquiridos em 2013 foram por famílias que possuem renda mensal de até R$ 1,6 mil. A aquisição foi realizada tanto por meio da modalidade em que as prefeituras selecionam os beneficiários como por meio do financiamento direto nas construtoras e nos bancos Caixa e Banco do Brasil.
Até o final desse ano, a meta de contratação do programa é de 3,750 milhões de unidades para famílias que ganham até R$ 5 mil. Em 2013, foi registrada a contratação de 3,2 milhões de unidades, sendo que, desde 2009, 1,5 milhão já foram entregues.
Do total das unidades entregues, 812 mil (53%) foram para pessoas com renda familiar de até R$ 1,6 mil. Além disso, o levantamento aponta que 459 mil imóveis foram destinados aos selecionados pelas prefeituras e 353 mil adquiriram o imóvel por meio do financiamento direto das construtoras.
Referência: Floripa News

domingo, 5 de janeiro de 2014

Rio de Janeiro com vista para o mar

Arthur Casas assina morada cosmopolita

  (Foto: Fernando Guerra)
Certamente estava escrito que ele seria arquiteto, e dos bons. “Com o nome que tenho, essa era a profissão mais razoável”, diz Arthur Casas, uma das referências estelares do cenário internacional quando o tema é a arquitetura contemporânea brasileira.
O bonito ensaio nestas páginas da Casa Vogue exibe a modalidade que elevou seu nome ao panteão da nossa arquitetura: o projeto residencial. À primeira vista, bem poderia ser uma homenagem à Farnsworth House (1945-1951), de Mies van der Rohe, que inspirou The Glass House (1949), de seu pupilo Philip Johnson, ambas referências famosas e localizadas nos Estados Unidos. Mas, da fluidez transparente desta casa de vidro carioca, perfumada pela brisa oceânica, com vista para o poente, emana nosso know-how construtivo, nossa informalidade, nossa ginga, nossa alegria de viver. É uma fórmula orgânica que brota da taba indígena e da palhoça cabocla, que reúne em sua estrutura híbrida, miscigenada, vigor e delicadeza, frutos da nossa “brasileirice”, como diria o poeta Vinicius de Moraes.

A residência leva a assinatura de Arthur Casas, à frente da equipe formada por Marina Werfel, Renata Adoni e Regiane Khristian, a trinca de arquitetas que divide os louros do projeto de 500 m², erguido em terreno de 1.300 m². “Até pouco tempo atrás, meu trabalho foi estritamente autoral. Hoje, busco me aproximar da nova geração de profissionais que formamos no escritório, discutindo projetos, trazendo outras visões, mas preservando nosso DNA”, afirma. Situada no Rio de Janeiro em um ponto privilegiado por um dos mais belos panoramas do mundo, esta proposta vibrantemente brasileira é composta por três pisos e três dormitórios, dois no piso inferior e, no superior, a suíte máster. “O conceito foi a contemplação da paisagem, a vista para a água, para a exuberante flora do Rio e suas belezas naturais”, explica Arthur, acrescentando: “Estivemos junto do proprietário desde a compra do terreno.

O local possui uma casa na frente e parecia não ter acesso ao mar. Nosso partido foi elevar a construção, integrando-a à praia com amplas aberturas para a ventilação natural, e ganhar a vista para a Pedra da Gávea”.O projeto, que prima pela elegância, pela simplicidade e pela leveza conceitual, foi realizado com uma economia de materiais que justamente reforça a beleza de seu traçado. São três componentes básicos: os panos de vidro, o piso de madeira e as pedras nos arrimos e revestimentos. Sem esquecer os de alçada poética: a luminosidade, a brisa, o oceano.

O ano que se encerra representa um marco na trajetória de três décadas desse profissional paulista que cultiva uma estética cosmopolita de raiz brasileira e tem QG paulistano com filial em Nova York. Em 2014, o Pelourinho, em Salvador, terá três largos revitalizados pelo Studio Arthur Casas. Entre os concursos que seu escritório venceu recentemente, estão o novo Centro Administrativo do Governo do Estado do Maranhão, em São Luís, e uma torre de escritórios em São Paulo. “Qualquer edifício deve ser o resultado de uma reflexão a respeito da identidade da cidade por meio das relações que se estabelecem entre arquitetura, paisagem e comunidade”, reflete o premiado arquiteto, que vem, desde 2012, firmando sua marca em projetos de grande escala de norte a sul do país.

* Matéria publicada em Casa Vogue #340 (assinantes têm acesso à edição digital da revista)
  (Foto: Fernando Guerra)

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  (Foto: Fernando Guerra)

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  (Foto: Fernando Guerra)

  (Foto: Fernando Guerra)

  (Foto: Fernando Guerra)

  (Foto: Fernando Guerra)

  (Foto: Fernando Guerra)

  (Foto: Fernando Guerra)

  (Foto: Fernando Guerra)














































































































Fonte: http://zip.net/bdl0Rm

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Saques do FGTS para casa própria aumentam 21% no ano; veja regras

Os saques de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para a compra da casa própria subiram 21% no primeiro semestre no confronto com o mesmo período em 2012, chegando a 732,5 mil, segundo dados da Caixa Econômica Federal, agente operadora do fundo.

Em valor, o aumento (16,6%) foi um pouco menor, atingindo R$ 4,853 bilhões.

As facilidades no acesso ao financiamento habitacional contribuíram para esse acréscimo, com redução na taxa de juros e alargamento dos prazos para pagamento.

O dinheiro pode ser usado na compra do imóvel, para reduzir as prestações do financiamento, para amortizar ou liquidar o saldo devedor, mas é preciso ficar atento aos períodos de carência. O montante só é liberado em intervalos de dois em dois anos.

Quem já teve uma moradia financiada pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), que engloba os empréstimos para a compra de unidades até R$ 500 mil, pode usar o FGTS para adquirir um segundo imóvel desde que não esteja na mesma localidade: município ou região metropolitana (se houver).
Bancos e construtoras continuam pressionando o governo federal pela elevação desse teto para R$ 750 mil.

O principal argumento é permitir aos potenciais clientes da classe média acompanhar a disparada no preço das moradias, principalmente nas capitais.

O valor atual está congelado desde março de 2009. Até então, o limite era R$ 350 mil.

ACOMPANHAMENTO

O trabalhador pode acompanhar o saldo da conta pela internet, pelo celular, em uma das agências da Caixa ou receber em casa o extrato dos lançamentos realizados.

O dinheiro depositado todos os meses pelo empregador na conta do funcionário rende só 3% ao ano mais TR (Taxa Referencial). Portanto, é muito comum ficar abaixo da inflação (6,7% no acumulado dos últimos 12 meses), o que significa que o montante perde poder de compra ao longo do tempo.

Por isso, a dica de especialistas é que o dinheiro deve ser sacado na primeira oportunidade, o que pode ser feito também na demissão sem justa causa e na aposentadoria, por exemplo.

Editoria de Arte/Folhapress
(Clique aqui veja esta imagem em maior dimensão)

sábado, 14 de setembro de 2013

Conheça a história do bairro Perdizes

bairro de Perdizes recebeu esta denominação devido a um senhor chamado Joaquim Alves que, por volta de 1850, criava aves com este nome em seu quintal. Mesmo após vender seu terreno, o local continuou conhecido como o “Quintal das Perdizes”.
Localizado na Zona Oeste de São Paulo, o bairro pertence à Subprefeitura da Lapa e tem 6,31 km² de área. Sua população é de 111.161 pessoas, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Número de profissionais que buscam dividir apartamento no Brasil cresce 57%

Indicadores mais recentes do site da EasyQuarto apontam um aumento de 48% no número de pessoas que buscam alugar quarto no Brasil desde abril, um crescimento de mais de 5.000 pessoas que desejam um quarto nas principais capitais do País.
De acordo com o gerente do site, Dennis Volkmann, dividir um apartamento hoje se mostra uma opção cada vez mais atraente para muitas pessoas que precisam reduzir os seus custos de moradia e esse estilo de vida está se tornando cada vez mais popular no Brasil.
“Após a alta temporada no primeiro trimestre do ano, tivemos uma redução natural no volume de usuários no site, mas desde abril vemos um crescimento consistente na quantidade de usuários que não coincide com a sazonalidade no País”, disse.
Pesquisa apontou um crescimento de mais de 5.000 pessoas em busca de um quarto nas principais capitais do País (Foto: Banco de Imagens/Think Stock)
Das mais de 15 mil pessoas que estão à procura de um quarto, segundo o EasyQuarto, 57% são profissionais, com uma média de idade de 27 anos. Estudantes vêm em seguida, com 35% do total de usuários no site.
Nossos registros confirmam que dividir um apartamento é uma opção cada vez mais comum entre adultos de 25 a 30 anos, a maior parte deles inserida no mercado de trabalho e buscando uma maneira de viabilizar o sonho de morar sozinho num determinado local.
“Fica nítido que dividir apartamento não é mais algo restrito a estudantes, já conhecidos por formarem repúblicas. Temos um aumento constante de profissionais procurando quartos para alugar, buscando uma alternativa financeira viável para morar sozinho e bancar os custos da independência da família”, conta Volkmann.
Fonte Revista Zap Imóveis

Tatuapé une desenvolvimento e qualidade de vida

Localizada a oito quilômetros do centro, o bairro do Tatuapé, a Zona Leste de São Paulo, está na lista dos melhores bairros para morar na capital. De um ano para o outro surgem novos edifícios de alto padrão, faculdades, escolas e lojas sofisticadas.
Linha de metrô do Tatuapé
O bairro conta ainda com uma rica infraestrutura. A estação Tatuapé da CPTM e o Metrô atende a região com duas estações, a do Tatuapé e a do Carrão. Existe ainda o Terminal de Ônibus Norte e Terminal de Ônibus Sul.
Tatuapé abriga o Sport Club Corinthians Paulista, um dos clubes de maior popularidade do País, além de centros comercias respeitáveis como o Shopping Metrô Tatuapé e Boulevard Tatuapé. O Parque do Piqueri também está localizado no bairro além de teatros e restaurantes.
A parte sul do Tatuapé passou a ser loteada basicamente para a construção de condomínios residenciais de médio e alto padrão, possibilitando também o desenvolvimento do comércio para atender ao público cada vez mais exigente. Já o lado norte se destacou pelo crescimento do comércio popular. Em meados do ano 2000 essa região também passou a atrair investimentos residenciais, especialmente nas proximidades do Parque do Piqueri.
De acordo com dados do setor imobiliário, a região apresentou, em 2010, uma forte valorização com relação aos bairros vizinhos Mooca e Vila Prudente, com elevação de 15% no preço médio do m² de lançamentos, passando de R$ 3.850 para R$ 4.430.
Além de imóveis de alto padrão, boa infraestrutura, a renda da família no bairro também é abastada, gira em torno de R$ 9 mil e o potencial de consumo local equivale ao de cidades ‘peritas no assunto’ como Araraquara, em São Paulo, e Anápolis, em Goiás.
Fonte Revista Zap Imóveis (http://migre.me/g5IWi)