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quinta-feira, 10 de abril de 2014

5 negócios para tocar em casa


Ficar mais perto da família, ter horários flexíveis e maior equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal. Muitos são os fatores que levam as pessoas a trabalhar em casa. Acrescente ainda o fato de que, muitas vezes, o investimento para tocar um negócio da própria casa é menor.
“Com o barateamento dos equipamentos de informática e de comunicação, é relativamente barato criar um ambiente funcional para administrar e elaborar suas atividades”, afirma Reinaldo Messias, consultor do Sebrae-SP. Sendo assim, está se tornando cada vez mais comum encontrar empreendedores que adequaram o ambiente familiar ao negócio. “A estrutura física deverá ser adaptável à atividade e não o oposto”, diz.
Veja a seguir cinco histórias de quem está conseguindo administrar um negócio no conforto do lar.
Marketing digital
Um computador, uma impressora e um telefone eram todo o material necessário para que publicitário Abner Joseph do Carmo montar a Alquimidia, uma agência digital, dentro de sua casa. Relutante com a hipótese de começar um negócio já alugando uma sala comercial, Joseph usou o dinheiro da rescisão de um contrato para investir no home office.
Um dos primeiros passos foi uma reforma para separar o ambiente comercial do familiar. “Dessa forma, amenizo as chances de ter minha privacidade invadida e perder clientes”, afirma. Na opinião dele, esses são dois obstáculos comuns na vida de quem decide empreender em casa. “Para driblar essas situações é preciso transmitir ao cliente uma sensação de que ele não está em casa, mas em um ambiente totalmente profissional”, diz.
Atualmente, Joseph tem cinco funcionários e um faturamento anual de R$ 200 mil. Por isso, cogita a possibilidade de se mudar com a equipe para um local maior, mesmo contra sua vontade. “Se não fosse pelo espaço, continuaria trabalhando em casa”.
Beleza
Foi atendendo clientes em domicílio que a cabeleireira Gislaine Marcandali vislumbrou uma grande oportunidade de negócio. Ao oferecer seus serviços com equipamentos básicos (tesoura, escova e secador) de forma improvisada, ela identificou a falta que um lavatório móvel fazia para melhorar a qualidade do trabalho. “Muitas vezes, os cabelos eram lavados no banheiro ou no tanque”, diz.
Com a ajuda do Sebrae e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Gislaine patenteou a ideia, fez cursos profissionalizantes e aprimorou seu novo modelo de negócio. Surgiu assim, em 2009, a Dublê. Vendendo cerca de dez peças por mês (os preços variam entre R$ 890 e R$ 2510), Gislaine se tornou uma empresária por acaso. Com a boa receptividade do produto, ela administra a marca e aperfeiçoa o lavatório, que já lhe rendeu notoriedade e prêmios, como o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios.
Mercado pet
Ao voltar de uma temporada na França, Roberta Camara e Jorgen Dehlbom notaram que seus animais de estimação pareciam não ter mais o mesmo apetite pela ração tradicional. Procuraram pelo mesmo tipo de comida que davam para eles durante a viagem. Em vão. Resolveram, então, colocar a mão na massa.
Da cozinha de casa surgiram os primeiros testes de comida natural caseira para cães. Os próprios cachorros e os dos vizinhos experimentavam. O sucesso entre os animais – e com os donos deles – fez com que um novo modelo de negócio surgisse, a Pet Delícia. “Durante essa fase de testes, destruí parte da minha cozinha e dos meus conjuntos de panelas”, diz Roberta.
A venda do produto veio seis meses depois, com a aprovação do Ministério da Agricultura, em 2010. De lá para cá, a empresa ganhou um local mais apropriado para suprir a demanda e abastecer as gôndolas dos supermercados, já que os produtos estão disponíveis em mais de 100 pontos de venda. Tamanho sucesso atraiu a atenção de um grupo de investidores, que deve ajudar a deixar a marca premium ainda mais acessível ao cardápio animal – além da comida para cães, agora a Pet Delícia oferece também uma opção para gatos.
Acessórios
Depois de perder o emprego em uma companhia especializada em design de interiores, a empreendedora Loliane Colpa aproveitou a dispensa do trabalho para ficar mais perto da filha. Foi então que ela investiu no artesanato, um hobby de infância, para criar a Loli Colpa, uma marca de ecojoias que usa o papel como a matéria-prima principal.
Na garagem adaptada, ela transforma papeis em acessórios de moda. Com a atividade, já desenvolveu uma máquina específica para a confecção de seus produtos, que está em vias de ser patenteada. “Por trabalhar com material incomum, tive de desenvolver uma técnica própria para realizar meu trabalho”, diz.
Atualmente, Loliane estimula outras mulheres a trabalhar com o artesanato na comunidade onde mora, no Parque Bristol, em São Paulo. “Muitas mulheres não podem trabalhar porque não têm com quem deixar seus filhos. Assim elas podem ter algum tipo de renda”. A empreendedora fatura cerca de R$ 3 mil mensais vendendo seus produtos na garagem de casa.
Produtos naturais
Foi durante sua licença-maternidade que Gandha Romenski, venezuelana que mora em Curitiba (PR) há 14 anos, decidiu desenvolver uma atividade que permitisse trabalhar em casa. Formada em marketing e em projetos sociais, Gandha conta que deixou a carreira por acreditar que a empresa para a qual trabalhava não acompanharia suas escolhas pessoais. Queria passar mais tempo ao lado do filho. Foi assim que surgiu a Pura Chuva, empresa de sabonetes artesanais e cosmética natural, que tem produtos para bebês, crianças e gestantes.
Gandha fez um investimento inicial baixo, de R$ 1.000, para comprar matéria-prima e utensílios domésticos e fabrica os produtos em sua própria cozinha. Lançada há apenas dois meses, a Pura Chuva vende uma média de 300 produtos por mês. “Eu me surpreendi com o retorno, pois ainda estou formando minha carteira de clientes”, diz. A maioria das vendas é feita pela internet e sob encomenda.
Fonte: http://goo.gl/o0ti0w

Dicas de decoração para apartamento de recém-casado

No começo da vida a dois, pensar em cada detalhe na organização e decoração do imóvel ajuda a melhor adaptação

Se você está prestes a se casar ou acaba de assinar os papéis e dizer sim para uma nova vida a dois, é melhor que comece a pensar na decoração e organização do lar. Aliás, já passou da hora. Nos seus mais doces sonhos românticos, arrumar a casa nova é uma tarefa simples, que não requer muito tempo e trabalho. Ledo engano… Apesar de ser uma missão prazerosa, ela envolve muitos detalhes.
Precisa de uma ajudinha? Confira abaixo nossas dicas para decorar a casa e criar um espaço harmonioso, sem que haja necessidade de partir para a terapia de casais.
Enfim sós
Querido Refúgio, Blog de decoração e organização com loja virtual
Isso é paradoxal. Se por um lado o casal está sozinho para construir uma nova história e decidir com autonomia sobre a organização da casa, por outro deve-se levar em consideração o fato de que são duas pessoas juntas, com gostos, criações e hábitos diferentes. Ambos provavelmente tinham cama de solteiro, armário de solteiro e espaço de solteiro. Na antiga vida, entendiam a própria organização sem precisar da intervenção de ninguém – no máximo dos pais.
Agora a realidade é outra. Depois de juntarem as escovas de dentes, o quarto de solteiro é substituído pelo de casal, a vida e o espaço passam a ser divididos e o volume de objetos – e de bagunça – é duplicado. Nesse contexto, deixar um ambiente, que era marcado pela neutralidade, com a cara do casal é um verdadeiro desafio. O processo é lento, mas o aconchego do lar valerá a pena.
Lembre-se: mesmo que a bagunça aumente, agora são duas pessoas para colocar as coisas no lugar. Enchendo o coração e a casa com muito amor e carinho, você e seu companheiro vão conseguir deixar a nova casa com a cara que sempre sonharam.
Diga sim para a praticidade
jovem casal arqt merguizo
Na hora de decorar a casa nova, o mais indicado é apostar na praticidade. Beleza é fundamental, mas se o ambiente não for prático, provavelmente vocês terão dificuldade de se adaptar à rotina da vida a dois. A funcionalidade é essencial também pelo fato de que, na maioria dos casos, os recém-casados mudam-se para imóveis pequenos, que exigem bom planejamento na decoração dos ambientes.
Procure aproveitar os espaços, invista em nichos e caixas organizadoras e não abra mão de sapateiras, prateleiras e estantes. Esses itens contribuem para que a vida dos recém-casados seja mantida na mais perfeita ordem. Outra dica bacana é centralizar a cama, deixando no mínimo 70 centímetros de cada lado, para que ambos possam levantar com mais comodidade e sem atrapalhar o outro.
Juntando as escovas de dentes, a vida e todo o resto
Taschen, Interiors Now 3 | A sala vintage-contemporânea que Faye Toogood criou para um jovem casal em uma townhouse londrina | foto Bill Bat...
Vocês estão começando uma nova vida, por isso é importante fazer um levantamento de tudo que o casal tem, até como forma de economizar. Liste os pertences pessoais em bom estado, as novas aquisições feitas pelo casal, os presentes de casamento, etc. Feito isso, relacione o que falta e faça uma lista de compras organizada por ordem de prioridade. Os itens essenciais para o bom andamento da casa devem ser priorizados. Só depois que eletrodomésticos e os móveis mais importantes forem adquiridos, parta para os elementos decorativos.
Dicas extras
  • Casamento é um relacionamento que depende de acordo, parceria e concessão, por isso é necessário que o espaço do outro seja valorizado e respeitado. Sendo assim, os dois precisam opinar e ceder.
  • A divisão do armário deve ser feita com equilíbrio, afinal, nele serão guardadas não só as peças de vestuário, mas os artigos de cama, mesa e banho.
  • Toques românticos na decoração do quarto de casal são super bem-vindos. Boas pedidas são os painéis e porta-retratos que recontem a história de amor.
  • A casa é dos dois, portanto, cooperação é fundamental.
  • Jogue fora todos os excessos. Isso é indispensável na hora de construir uma vida a dois.
Gostou das nossas dicas? Compartilhe suas opiniões conosco.

Fonte: http://goo.gl/rjvzf6

segunda-feira, 31 de março de 2014

Devo comprar imóvel agora, ou espero o estouro de uma bolha?

Internauta quer saber se deve esperar que preços de imóveis caiam após a Copa para comprar a casa própria na cidade para onde acabou de se mudar.


Imóveis na região do Jardins, São Paulo
Dúvida do internauta: Vendi um imóvel em Brasília e me mudei para São Paulo, por questões profissionais. Estou com 200 mil reais em mãos e estou na dúvida em relação ao que fazer: compro um imóvel imediatamente para morar (complementando o resto do valor com um financiamento ou carta de crédito deconsórcio) ou invisto a quantia em uma aplicação sugerida pelo banco para me render juros, à espera de um horizonte mais concreto sobre um possível estouro de uma bolha imobiliária após a Copa do Mundo. O que fazer? Devo mesmo temer uma bolha?
Resposta de Paulo Bittencourt*:
Em um cenário de taxa de juros básica (Selic) ainda em ascensão (saiu de 7,25% em abril/13 atingindo 10,75% em março/14) e crescimento do PIB abaixo de 2% em 2014, a pressão sobre o setor imobiliário só tende a aumentar.
Isto ocorre porque as taxas cobradas em financiamentos se tornam mais caras para quem pretende adquirir um imóvel com parte do pagamento financiado. Por outro lado, o dinheiro investido em produtos financeiros neste mesmo cenário é favorecido pela elevação dos juros.
O ideal é que você aguarde para adquirir um imóvel, pois a tendência é que os preços médios se reduzam nos próximos dois anos. Mesmo que o preço seja mantido pelo vendedor, a inflação estará corroendo o valor real do imóvel no tempo.
Lembre-se também que diversos empreendimentos imobiliários estão ainda em construção, pois foram resultado do grande aquecimento das vendas até o final e 2012. Estas obras não podem ser interrompidas agora e em breve haverá maior disponibilidade de unidades no mercado, ajudando a baixar o preço principalmente dos imóveis usados.
Não se deve esperar, porém que haja um estouro de “bolha” como ocorreu nos EUA, pois as características de hipotecas por lá e seus produtos financeiros derivados são completamente diferentes do que existe no Brasil. Na verdade, o nosso mercado é menos sofisticado e não utiliza em larga escala os chamados produtos derivativos imobiliários.
*Paulo Bittencourt é diretor técnico da Apogeo Investimentos, empresa de investimentos voltada para pessoas físicas do grupo Vinci Partners, e tem mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro.
Fonte: Revista Exame

sábado, 15 de março de 2014

Saiba se você pode comprar um imóvel pelo programa Minha Casa, Minha Vida

Famílias que ganhem até R$ 5.000 mensais (somando os ganhos de todos) podem se candidatar a comprar a casa própria por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, criado pelo governo federal em 2009 para atender usuários de baixa renda.
Podem se candidatar a uma casa famílias de três faixas de renda: até R$ 1.600; de R$ 1.601 a R$ 3.275; e de R$ 3.276 a R$ 5.000.
A faixa 1 recebe o maior subsídio do governo e pode chegar até 95% do valor de imóveis. O preço máximo da casa tem ser de até R$ 76 mil. É a chamada habitação de interesse social. Essa parte da população não teria acesso à casa própria sem o auxílio governamental.
Segundo a Caixa, o programa pode estar disponível nas prefeituras das capitais e suas regiões metropolitanas e cidades com mais de 50 mil habitantes. Se a prefeitura for parceira do Minha Casa, Minha Vida, o interessado deve fazer sua inscrição para a seleção das moradias da faixa 1 do programa.
Além da renda familiar ser limitada a R$ 1.600, a Caixa informa que não podem se inscrever no programa diretamente nas prefeituras quem já tem imóvel ou já recebeu ajuda habitacional do governo federal; tem financiamento imobiliário; quem está cadastrado no Cadastro Nacional de Mutuários (Cadmut) e no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin); tem ou já teve contrato de arrendamento de imóvel no Programa de Arrendamento Residencial (PAR); a inscrição também é vetada a empregados da Caixa.
A assessoria de imprensa da Caixa informa que, para o faixa 1, não é exigida entrega de documentação por parte do beneficiário para comprovação de renda. O banco faz pesquisas nos cadastrados de FGTS, relação anual de informações sociais (Rais) e cadastro único de programas sociais (Cadunico) para validar a renda declarada e o enquadramento no programa.
As faixas 2 e 3 podem financiar imóveis, com subsídio menor, no valor de até R$ 190 mil em grandes cidades como São Paulo, Rio e Brasília. Esse valor pode variar de acordo com a região do país e do imóvel.  Os interessados que se enquadram nestas duas faixas podem fazer a simulação na Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil.
Quem está nas faixas 2 e 3 pode procurar imóveis disponíveis no mercado no valor de até R$ 190 mil nas regiões atendidas pelo Minha Casa, Minha Vida. O programa destina-se apenas a empreendimentos, conjuntos de casas ou de apartamentos, vendidos na planta ou novos (com até 180 dias de Habite-se). Para fazer o financiamento é preciso procurar a Caixa ou o Banco do Brasil. 
Segundo o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, a meta é construir 2,5 milhões de moradias. Deste montante já estão prontas ou foram entregues 1,2 milhão de unidades (casas ou apartamentos).

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Gesso pode substituir o reboco?

Trocar o reboco comum pelo de gesso tem seus prós e contras. Os engenheiros esclarecem.

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Trocar o reboco comum pelo de gesso tem seus prós e contras, por isso o ideal é avaliar caso a caso, segundo o engenheiro civil Marcelo Libeskind, de São Paulo. “As principais vantagens do gesso são a rapidez da obra e a economia de materiais, já que ele substitui de uma só vez o reboco, o chapisco e o emboço [revestimentos clássicos de uma parede de alvenaria].”Com relação aos pontos negativos, o especialista lembra que o gesso não suporta umidade, daí ser proibido em cozinhas, banheiros e áreas externas. A aplicação se assemelha à do reboco tradicional (massa fina) e deve ser feita diretamente sobre a alvenaria, que tem de estar limpa e sem irregularidades. Basta uma demão. Antes da pintura, porém, a superfície precisa receber selador (a menos que a tinta seja própria paragesso) e uma camada de massa corrida. Para garantir um bom acabamento, é importante contratar mão de obra especializada – leve isso em conta ao decidir.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Condomínio Fechado será lançado Sábado


Com localização privilegiada,Residencial Parque das Flores, oferece apartamentos de 45 e 52m².

Será lançado sábado em Sumaré, o Residencial Parque das Flores, Condomínio fechado de apartamento.
Com o Lema "Do jeito que você sonho. Nas condições de você pode", o empreendimento terá 440 moradias de 45 e 52m², com 02 Dorms e uma vaga de garagem. São quatro unidades por andar.

Programas Federais de Financiamento e possibilidades de bonus de até R$ 25.000,00 além da utilização do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), estimulam os negócios.

Localizado na Avenida Fuad Assef Maluf, em frente ao Portal Bordon, o Empreendimentoe stá em ponto estratégico e de fácil acesso á Rodovia Anhanguera (SP-330).

O plantão de vendas atenderá no mesmo local (Avenida Fuad Assef Maluff, 2133). Outros detalhes estão disponíveis em nosso site (www.corretorsidnei.com.br) e pelo telefone (19) 3468-4243.

Para facilitar a compra o empreendimento informou que possibilita a utilização do Programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal. O programa é destina à familai com renda de 3 á 10 salários mínimos, e permite o financiamento do imóvel de até 360 meses, além de possibilitar por meio de Fundo Garantidor Habitacional, o refinanciamento de parcelas, em caso de perda de renda, morte, invalidez ou danos ao imóvel. Outra facilidade é a utilização do FGTS.

Estrutura: os moradores do Residencial parque das Flores, contarão com infraestrutura preparada para o lazer e o esporte. O Condomínio terá playground infantil e juvenil, dogs space, quadra de areia e recreativa, uma mini rampa de Skate e Patins, Quadra de Bocha, Churrasqueira com Forno de Pizza, Salão de Festas, Fitness Externo, Portaria para Pedestres e Portaria para Veículos.


sábado, 28 de setembro de 2013

Oito iniciativas domésticas para ajudar o meio ambiente

Pequenos atos como apagar a luz, fechar a torneira e utilizar a escada podem fazer muita diferença para o meio ambiente:

meiTodo mundo já sabe que pequenos atos podem fazer uma enorme diferença. Atitudes simples, como apagar a luz e fechar a torneira enquanto se escova os dentes, podem ajudar e muito o meio ambiente. Pensando nisso, o arquiteto e designer Glaucio Gonçalves sugere oito iniciativas sustentáveis que podem ser feitas em casa, sem requerer esforço ou tempo. Confira:
1- Economize água: segundo a ONU, aproximadamente 2 bilhões de pessoas sofrem com a escassez de água. Para quem mora em casa, faça captação de águas pluviais para molhar as plantas e reutilizar nas descargas. Reutilize a água da máquina de lavar para limpar o quintal e calçadas. Feche a torneira enquanto escovar os dentes. Tome banhos rápidos.
2- Economize energia: abra as janelas e apague a luz do ambiente que não estiver em uso. Desligue o ar condicionado sempre que possível, utilize o chuveiro e o ferro de passar conscientemente e utilize lâmpadas econômicas e de LED em ambientes de longa permanência. Outra dica importante é desligar o equipamento eletrônico da tomada. Estima-se que, em média, 15% da conta de eletricidade de uma residência deva-se ao consumo de aparelhos em stand-by. Aí está uma providência simples que resulta em economia de energia (em outras palavras, reduz o uso de recursos naturais e a emissão de gases do efeito estufa) e alivia o peso da conta de luz.
3- Coleta seletiva e reciclagem: Papel, vidro e plástico são recicláveis, com vantagens óbvias para a natureza, economiza-se matéria-prima e energia. Evita-se o acúmulo de detritos em aterros e lixões. O problema é como fazer isso. Raras cidades brasileiras têm coleta seletiva de lixo. Em São Paulo, por exemplo, esse tipo de serviço só atende a 20% das residências. Em muitos lugares, o melhor a fazer é encaminhar o material reciclável para instituições ou cooperativas de recicladores. Outra dica é não comprar alimentos ou cozinhar mais do que o necessário. Isso só gerará um volume ainda maior de lixo.

4- Substitua sacolas de plástico:  A substituição pelas sacolas de papel é a primeira – e, muitas vezes, a única – atitude sustentável que pessoas e empresas estão dispostas a adotar. Em decorrência disso, o consumo de embalagens de papel no Brasil aumentou 30% desde o ano passado. O plástico das sacolas demora quatro séculos para se decompor na natureza, usa petróleo como matéria-prima e, se jogado em rios e mares, provoca a morte de animais que engolem o resíduo.

5- Não jogue óleo na pia:  O óleo que é jogado na rede de esgotos ajuda a formar uma massa compacta de detritos que entope as tubulações e contribui para inundações. Quando contamina os reservatórios, o óleo torna mais caro e trabalhoso o tratamento da água para uso nos domicílios. Uma boa prática é recolher o óleo usado e encaminhá-lo a uma instituição ou empresa que cuide de sua reciclagem.

6- Compre a produção local: Vá à feira. De modo geral, as verduras e as frutas disponíveis nos supermercados viajam longas distâncias até chegar a seu destino final. Imagine a emissão de gás carbônico decorrente dessas longas travessias. Em relação aos produtos importados, prefira os transportados por navio, que causam cinco vezes menos impacto na emissão de poluentes em comparação ao frete rodoviário. Logo, ir à feira é uma atitude sustentável.

7- A limpeza de casa pode ser sustentável também: Use capachos nas portas de entrada e retire sapatos para entrar na casa. Desta forma, evita-se a entrada de sujeira em excesso, o que diminui o uso de vários produtos de limpeza. Arrumar os ambientes aos poucos e não deixar a sujeira acumular economiza tempo e material. Produtos de limpeza precisam de tempo para agir. Deixar de molho pode ser mais eficiente que lavar mais de uma vez. O mesmo vale para chão e outras superfícies, como pias.

8- Utilize a escada: Quando tiver que subir ou descer poucos andares, prefira a escada a elevadores. Além de economizar energia e colaborar com o meio ambiente, ainda melhora a sua saúde também.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Os custos que você não pode esquecer ao comprar um imóvel

Gastos com acabamento custam, no mínimo, 20% do valor do imóvel; planeje-se para evitar surpresas desagradáveis:

Apenas os itens essenciais para que seja possível morar no apartamento custam 20% do valor do imóvel - Foto: Divulgação
Apenas os itens essenciais para que seja possível morar no apartamento custam 20% do valor do imóvel – Foto: Divulgação

Um dos maiores erros ao comprar um apartamento na planta ocorre quando não se contabilizam os custos do acabamento do imóvel. Segundo especialistas, desconsiderando os móveis, os custos com pisos, iluminação, aquecedores, armários e outros itens que precisam estar no apartamento pelo menos para que seja possível morar nele chegam a custar, no mínimo, 20% do valor do imóvel.
Por ser um custo significativo, é importante contemplar este gasto no orçamento junto ao valor do imóvel para evitar imprevistos. Segundo Guilherme Torres, sócio-fundador do escritório de arquitetura Studio Guilherme Torres, os custos com acabamento muitas vezes não são planejados e jamais são comentados pelo vendedor na hora da compra. “Fora as parcelas, essa é a primeira questão que as pessoas deveriam pensar. Acontece que elas olham o apartamento decorado, que tem um acabamento que chega a custar 70% do valor do imóvel, e imaginam um apartamento que é completamente incompatível com o que vai ser entregue. E os vendedores jamais falam sobre os custos do acabamento”, afirma.
Segundo Torres, 10% dos custos do acabamento seriam para o que ele chama de “kit básico” que são os itens essenciais para que o morador consiga viver no apartamento ou na casa, como com aquecimento, chuveiros, box, lâmpadas, lustres, pisos e assento da bacia sanitária.
O vice-presidente de tecnologia e qualidade do Secovi-SP e diretor técnico da Construtora Tarjab, Carlos Borges, concorda que o ideal seria planejar um gasto de, no mínimo, 20% do valor do imóvel com o acabamento, sem considerar os móveis. “Um apartamento de três dormitórios já pode ter um custo de acabamento ainda maior do que 20%, eu diria que chega até a 50%. Contando com os móveis, o acabamento pode chegar a custar quase o valor do imóvel”, diz.
Com os custos do acabamento, às vezes o desconto de um imóvel comprado na planta em relação a um imóvel pronto, já acabado, pode não compensar. Por isso, na hora de pesar qual imóvel vale mais a pena em termos de valores, é fundamental considerar estes gastos que vão além do valor do imóvel.
Torres lembra ainda que mesmo quem está comprando o imóvel como investimento, com o objetivo de alugá-lo, deve pensar no acabamento. “Você não consegue alugar um apartamento sem os itens funcionais do acabamento”, comenta.
O que as construtoras já costumam entregar
De acordo com Carlos Borges, não existe uma lei que determina quais são os itens do acabamento que as construtoras são obrigadas a entregar junto ao apartamento, mas existe um certo padrão no mercado em relação a isso. “A maioria das construtoras entrega o básico, como portas, fechaduras, pinturas, esquadrias de alumínio, mas já não costuma entregar pisos em alguns cômodos e o aquecedor”, afirma.
De forma geral, ele explica que toda a parte do acabamento mais complexa, como com pequenas obras que envolvam o uso de cimento e argamassa, são de responsabilidade das construtoras, e a parte do acabamento considerada mais simples, como piso laminado, e outros itens facilmente aplicados são de responsabilidade do consumidor. “Não há uma regra, mas há um bom senso. Não é razoável que um apartamento não tenha janela, por exemplo”, diz.
Ele explica que isto também pode variar de acordo com o estado. Segundo ele, em São Paulo, por exemplo, é comum que sejam entregues apenas os pisos dos banheiros, da cozinha e da área de serviço, mas não o piso das áreas secas, como salas e quartos. Já no Paraná, as construtoras não costumam entregar o tampo de granito da pia da cozinha. “Nos estados do Rio de Janeiro para o norte, as venezianas da janela são entregues, enquanto nos estados ao Sul do Rio não. Nós percebemos no mercado um enxugamento cada vez maior do acabamento entregue pela construtora, e um aumento de itens vendidos como opcionais”, afirma.
Como o que é entregue pode variar de acordo com o estado e na falta de regulamentação, a orientação de Borges é que os compradores sempre verifiquem o memorial descritivo do apartamento para avaliar se o que a construtora se compromete a entregar está dentro do que o mercado oferece. “Se houver dúvidas, o comprador pode fazer uma pesquisa com outras construtoras para checar se o acabamento que consta no memorial está destoando. Se estiver, será que mesmo assim vale a pena o esforço pelo preço mais baixo?”, questiona.
Que itens considerar no planejamento
O arquiteto Décio Navarro, dono do escritório Arquitetura de Ideias, explica que toda a parte do acabamento que mexe com a estrutura do apartamento e que é essencial para viver no imóvel deve ter prioridade no orçamento. “Você pode mudar sem ter onde colocar sua roupa, mas não pode mudar sem uma boa bancada na cozinha, sem o porcelanato, como pisos e azulejos, e sem aquilo que mexe com a base do apartamento, como um closet ou uma banheira de hidromassagem”, afirma.
Isto é, pisos, azulejos nas paredes, janelas da área de serviço (que podem não ser entregues por algumas construtoras), os assentos dos vasos sanitários, o aquecedor, chuveiros, box, lâmpadas e spots (estrutura que envolve a lâmpada). São exatamente estes itens que já correspondem a 20% dos gastos, conforme os especialistas indicaram.
Em seguida, segundo Navarro, entrariam na lista de prioridades a marcenaria e possíveis mudanças estruturais que o comprador queira fazer. “A marcenaria em um apartamento de 100 metros quadrados pode chegar a custar 20% do valor do apartamento. E as mudanças na base do apartamento devem ser priorizadas, uma vez que a marcenaria pode ser feita em partes”, afirma.
Os itens que têm efeito estético ou que apenas trazem mais conforto, mas não são essenciais, devem ficar no fim da lista: ar condicionado, vidros para fechar a varanda, cortinas e móveis. Este grupo de itens pode ter um custo muito variado, chegando a 50% do valor do imóvel ou mais, dependendo do padrão do acabamento.
Guilherme Torres acrescenta que é muito importante pensar em todos os itens do acabamento considerando os custos com o serviço. “Erroneamente as pessoas só fazem cotação do produto e não do serviço. Esse é o primeiro susto com os custos de acabamento, porque o valor do serviço frequentemente ultrapassa valor do item adquirido”, diz.
No site Casa.com é possível consultar os valores médios de 173 itens de construção e quanto eles custam em cada loja pesquisada.
Por fim, Decio Navarro acrescenta que consultar profissionais para planejar o acabamento do imóvel em muitos casos pode sair mais barato do que realizar o projeto por conta própria. Na Arquitetura de Ideias, o valor de um projeto que comporta toda a arquitetura interna do imóvel, que inclui desde o projeto das instalações elétricas, até decoração, varia em torno de 3% a 5% do valor do imóvel. “O profissional vai orientar todos os lugares onde o cliente pode comprar o que for preciso e a mão de obra que ele pode contratar. Muitas vezes com essa orientação, o gasto final é menor do que se o comprador fizesse o projeto sozinho”.
Fonte: Exame.com (Texto: Priscila Yazbek)

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Vale á pena morar num Condomínio Club?

Empreendimento multifuncionais conhecidos como condomínio-clube têm diversas opções de lazer e serviços, mas a comodidade tem um preço.

conddJá faz algum tempo que, nas grandes cidades do país, não são apenas os clubes esportivos que reúnem piscinas, quadras poliesportivas, saunas, pista de cooper e academia em um mesmo local. O chamando condomínio-clube têm investido nesse tipo de estrutura, inclusive com o acréscimo de serviços como espaço gourmet, salão de beleza, brinquedoteca, entre outros. São os chamados empreendimentos imobiliários multifuncionais ou condomínios-clube.
Segundo o diretor de locação da Aabic (Associação dos Administradores de Bens Imóveis e Condomínios), Eduardo Zangari, a ideia é aliar qualidade de vida a segurança e lazer. “Numa cidade como São Paulo, em que temos problemas de segurança e locomoção, os condomínios-clube servem de opção para quem não consegue se deslocar até o clube ou academia, por exemplo, que nem sempre estão na rota do trabalho ou da própria residência”, comenta.
Nas grandes capitais brasileiras, esse novo conceito de imóvel tem alcançado destaque. “Morar em um ambiente que une segurança e inúmeras opções de lazer para crianças e adultos é um grande atrativo. O morador tem tudo à sua disposição e pode escolher o que melhor se adapta às suas necessidades”, afirma Zangari.
Custo benefício
As vantagens de um condomínio-clube são evidentes, mas será que vale a pena? O diretor de locação da Aabic explica que é preciso levar em consideração os cuidados com a manutenção e operação desses ambientes do empreendimento. “As pessoas têm que saber que esse tipo de condomínio exige mais atenção e cuidados, consequentemente, o total de despesas será maior. Por outro lado, como normalmente esses condomínios possuem muitas unidades, esse custo agregado é diluído, fazendo com que o valor de condomínio não sofra grande alteração”, diz Zangari.
Apesar de poder ter um valor acima da média, por conta das inúmeras opções de lazer, o condomínio-clube não é um luxo para poucos. Segundo o diretor, dentro deste perfil é possível encontrar apartamentos que custam a partir de R$ 130 mil – valor similar a outros imóveis tradicionais. “Outro ponto interessante é que esses ambientes permitem que você faça exercícios com seus filhos e realize mais atividades em família, além de economizar nas matrículas dos filhos no clube ou na academia, que tem um custo maior, e da logística exigida”, acrescenta Zangari.
Ainda, de acordo com o especialista, esse tipo de imóvel não é recente. “O sucesso do condomínio-clube não vem de hoje. Temos exemplos de condomínios que são referências há quase 30 anos”, diz. De acordo com estudo realizado no mercado de São Paulo por uma das associadas à Aabic, entre 2009 e 2011, o número de empreendimentos do tipo clube na capital e região metropolitana crescerá 114%, representando 18% do total de novos lançamentos imobiliários.
“Acredito no produto, principalmente nos dias de hoje, em que a sociedade está cada vez mais fechada e em uma cidade com as condições de São Paulo. Porém, uma barreira significativa para expansão desse produto é a oferta de grandes terrenos, que estão cada vez mais escassos”, finaliza Eduardo Zangari.


O que fazer quando o Síndico decide deixar o Cargo

Qualquer que seja o motivo da ausência do síndico, o condomínio deve tomar providência legal

indicoÉ comum, em vista de problemas particulares ou muitos aborrecimentos com funcionários e moradores no condomínio, que o síndico chegue à conclusão que está perdendo seu tempo, que não compensam o trabalho, os problemas, e resolva renunciar.
Como fazer no caso de renúncia, ou mesmo de falecimento do síndico?
Na hipótese de renúncia, deve ele redigir uma carta simples, e encaminhá-la à administradora do condomínio, apresentando-a e pedindo para ser convocada uma Assembléia Geral Extraordinária (AGE) para eleição de novo síndico, a fim de cumprir o restante do prazo do mandato.
Nessa AGE deve constar da Ordem do Dia a prestação de contas do período. O cargo de síndico é um mandato e, portanto, aplicam-se as disposições dos artigos 653 a 691 do Código Civil. O síndico é, pois, mandatário, representante do Condomínio, do qual, através da Assembléia Geral que o elegeu, recebe poderes para praticar atos ou administrar os interesses do condomínio.
Uma das causas de extinção do mandato é a renúncia, sendo recomendável que o renunciante prossiga na representação ao menos até a assembléia que deliberará sobre a eleição de seu sucessor, para que o condomínio não sofra qualquer prejuízo.
Vale destacar que não se trata de favor prestado aos condôminos, na medida em que o artigo 688 do Código Civil responsabiliza o mandatário renunciante pela indenização dos prejuízos causados, caso a inoportunidade da renúncia dificulte a escolha de procurador substituto: “A renúncia do mandato será comunicada ao mandante, que, se for prejudicado pela sua inoportunidade, ou pela falta de tempo, a fim de prover a substituição do procurador, será indenizado pelo mandatário, salvo se este provar que não podia continuar no mandato sem prejuízo considerável, e que não lhe era dado substabelecer?.
A lei 4.591/64, que regulava o condomínio em edificações, dispunha, no artigo 22, parágrafo 6º, que a convenção poderia prever a eleição de subsíndicos, definindo suas atribuições. O novo Código Civil, na parte que trata sobre os condomínios edilícios, nada diz a respeito.
Nos condomínios que têm subsíndico, normalmente está previsto, na convenção condominial, que ele substituirá o síndico na sua ausência, impedimento ou morte. É interessante que a substituição seja temporária, ou até o término do mandato do síndico, ou com a previsão de que deverá convocar AGE para eleição de novo síndico.
Mas há condomínios que não têm subsíndico. Como a lei atual não menciona a possibilidade de existência de subsíndico, então, quem convoca a assembléia?
Se consultarmos a lei, verificamos que as Assembléias Gerais Extraordinárias somente podem ser convocadas pelo síndico ou por 1/4 dos condôminos. As ordinárias, quando não convocadas, podem o ser pelo juiz, a requerimento de qualquer condômino. Mas é claro que é de interesse de todos os condôminos que o prédio não fique acéfalo. Nem poderia. Assim, não prevendo a convenção condominial de outra forma, é recomendável que a administradora do condomínio tome a iniciativa de convocar a AGE.
Poder-se-ia dizer que o Conselho Fiscal, cuja existência é facultativa pelo novo Código Civil, e tem a atribuição de dar parecer sobre as contas do síndico, deveria fazer a convocação. Mas também, teoricamente, não tem poderes para convocar, salvo se estiver previsto na convenção condominial.
Verifica-se, assim, que há uma lacuna na lei, com relação à renúncia ou morte do síndico. Portanto, se a convenção não estipular o que deve ser feito, deve ser usado o bom senso, que é a melhor forma de resolver a questão, porque é para o bem de todos, e com a convocação de Assembléia Geral, seja pela administradora do condomínio ou pelo conselho, ainda que inexistente previsão nesse sentido.
*Daphnis Citti de Lauro, advogado, é autor do livro “Condomínio: Conheça Seus Problemas” e sócio da Advocacia Daphnis Citti de Lauro e da Citti Assessoria Imobiliária (www.ocondominio.wordpress.com.br e www.dclauro.com.br).

AS CONSEQUÊNCIAS PARA QUEM NÃO PAGA CONDOMÍNIO EM DIA

Especialista esclarece o que pode acontecer com o condômino que fica inadimplente por muitos meses

condominio
por Fabiana Franzolin
Equilibrar ganhos e despesas é um desafio diário para muita gente. Quem escolhe morar em apartamento, seja pela comodidade, segurança ou área de lazer disponível, precisa incluir no gasto mensal uma conta bem salgada: a taxa de condomínio. Mas o que pode acontecer, se você, por alguma razão, não conseguir pagar a taxa e ficar inadimplente? O especialista José Roberto Iampolsky,diretor da Paris Condomínios, explica os riscos:
“No primeiro mês o proprietário recebe uma cartinha educada afirmando que a administradora não recebeu o pagamento. O segundo passo é a pessoa ser incluída no balancete como inadimplente. Se mesmo assim o débito não for quitado, uma última carta registrada ou telegrama é enviado”, diz.
Se todas essas medidas não surtirem efeito, os próximos passos são o protesto ou ação judicial. “Se em três meses o débito continuar, é possível protestar o condômino. Neste caso, o nome do proprietário vai direto para o Serasa. Essa alternativa ainda é usada como medida conciliatória, porque não tem efeito de cobrança, ou seja, a administradora não receberá o valor”, pondera Iampolsky.
A ação jurídica é a mais eficiente para as administradoras e perigosa para os proprietários. Isso porque o juiz decidirá como o débito será quitado. “Em último caso entra-se com uma ação jurídica. Esta medida às vezes é a única maneira de reaver o dinheiro. Muitos proprietários chegam a perder apartamentos em leilões por causa de dívidas deste tipo. Entretanto, é uma ação longa, a disputa judicial pode durar sete, oito anos”, explica.
Ações preventivas – o que diz a lei
No mercado brasileiro, o número de inadimplentes gira em torno de 7%, ou seja, a cada 100 famílias, sete não pagam os débitos mensais com condomínios. Este número parece baixo, mas, atrapalha, e muito, a organização das finanças dos edifícios. Para tentar evitar o problema, muitos moradores fazem questão de registrar medidas regulamentárias em atas. Por exemplo, muitos prédios não permitem o uso do salão de festas e churrasqueiras caso o proprietário esteja devendo.
Entretanto, Iampolsky ressalta que essa ação é válida apenas para determinados ambientes. “Sempre é preciso pensar que medidas vexatórias são passiveis de ações judiciais contra moral. Há um respaldo na lei e isso não pode ser empregado. Um morador não pode ser impedido de andar de elevador ou usar a piscina”, finaliza.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O que é INCC? Saiba o significado deste termo tão comum na construção civil



INCC significa Índice Nacional de Custo da Construção, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas. Tem a finalidade de apurar a evolução dos custos das construções habitacionais.  Usualmente é utilizado para correção dos contratos de compra de imóveis, enquanto a obra está em execução.

A apuração abrange materiais e equipamentos, serviços e mão-de-obra da construção. Atualmente a coleta de dados é feita em 7 capitais doBrasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília).

Histórico – O INCC foi divulgado pela primeira vez em 1950. De inicio, o índice cobria apenas a cidade do Rio de Janeiro e sua sigla era ICC (Índice de Custo da Construção). Nas décadas seguintes, a atividade econômica descentralizou-se e o IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) passou a acompanhar os custos da construção em outras localidades. Além disso, em vista das inovações introduzidas nas técnicas de construção, o ICC teve que incorporar novos produtos e especialidades de mão de obra.Em fevereiro de 1985, para efeito de cálculo do IGP (Índices Gerais de Preços), o ICC deu lugar ao INCC.


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Confira o que deve haver em seu contrato na hora de alugar um imóvel


Contrato de aluguel precisa conter local onde os pagamentos serão realizados (Fotos: Divulgação)
Achar o imóvel perfeito para você e sua família pode dar trabalho, mas a procura vale a pena quando você encontra a casa ou apartamento certo. Quem aluga uma propriedade precisa lidar com algumas medidas burocráticas, portanto é preciso ficar atento. Confira 10 itens que devem constar no contrato de locação, de acordo com o Procon de São Paulo:
1. Nome, endereço e qualificação do proprietário do imóvel e locatário;
2. Se houver fiador, os dados relativos a ele também devem constar;
3. Endereço e descrição do imóvel;
4. Valor do aluguel e o índice do reajuste, que deverá ser anual;
5. Local onde os pagamentos deverão ser realizados;
6. Tipo de garantia da locação, que pode ser fiança, caução ou seguro fiança;
Descrição do imóvel deve constar no contrato
7. Identificação de todas as despesas que ficarão a cargo do locatário, como IPTU, taxas e prêmios de seguro contra fogo;
8. Destinação do imóvel, no caso de casas e apartamentos residenciais;
9. Período de vigência do contrato;
10. Termo de vistoria, que deve constar as condições do imóvel. A vistoria deve ser feita antes da entrada no imóvel e após a saída do locatário.

Fonte: Revista Zap Imóveis (http://migre.me/g3J2z)

Como deixar o financiamento do seu imóvel mais leve ou curto

Entenda como funciona a amortização e como usá-la a seu favor para reduzir o valor das parcelas ou o prazo do seu financiamento


São Paulo – Entrar em um financiamento imobiliário longo – de 20, 30 anos – não necessariamente significa levar todo esse tempo para quitar a sua dívida. Nem quer dizer que o valor das parcelas precisará ser aquele até o fim. Quando entram recursos extras, você pode fazer o que se chama de amortização – adiantar o pagamento ao banco, reduzindo o saldo devedor do seu imóvel, pagando menos juros e acelerando a quitação da casa própria.
Para entender como a amortização funciona, convém compreender como são formadas as parcelas de um financiamento imobiliário. Cada parcela, do início ao fim do prazo, é composta de principal (a parte correspondente ao valor que você pegou emprestado), juros (o que o banco cobra para emprestar) e os encargos (como seguros e outras taxas operacionais).
O saldo devedor – que é o que você amortiza – corresponde, portanto, apenas ao valor que você pegou emprestado. Se seu imóvel custou 400 mil reais, e você financiou 300 mil, seu saldo devedor é de 300 mil, independentemente de quanto você tenha que pagar de juros e encargos.
De acordo com Marcelo Prata, presidente da Associação Brasileira dos Correspondentes de Empréstimo e Financiamento Imobiliário (Abracefi) e sócio-fundador da consultoria Canal do Crédito, o sistema de amortização mais usado atualmente é a tabela SAC (Sistema de Amortização Constante).
Nesse sistema, o valor amortizado mês a mês é contante, mas no início do financiamento são pagos mais juros do que no final, o que faz com que as parcelas diminuam com o tempo. Assim, se um financiamento começa com uma parcela de 1.000 reais, na qual 500 reais são referentes ao principal, os demais 500 reais correspondem a juros e encargos. Na última parcela, 500 reais corresponderão ao principal, mas uma quantia bem menor - digamos, 5 reais - serão referentes a juros e encargos.
Suponha um financiamento de 100 mil reais, cuja primeira parcela seja de 1.000 reais e 500 reais sejam referentes à amortização. No segundo mês, o saldo devedor será de 99.500 reais, e não de 99 mil reais, como uma subtração simples poderia sugerir. É esse saldo devedor de 99.500 reais que o devedor pode amortizar se tiver recursos extras.
Duas opções: redução do prazo ou do valor das parcelas
Portanto, quando você amortiza o saldo devedor do seu financiamento imobiliário, na prática você está deixando de pagar os juros e encargos que incidiriam sobre a quantia amortizada. Como você está pagando o banco antes do que ele inicialmente esperava receber, a instituição não cobra os juros sobre aquela quantia.
Essa é a primeira vantagem da amortização. A segunda é a possibilidade de escolher o melhor caminho para o seu planejamento financeiro.