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sábado, 28 de setembro de 2013

Oito iniciativas domésticas para ajudar o meio ambiente

Pequenos atos como apagar a luz, fechar a torneira e utilizar a escada podem fazer muita diferença para o meio ambiente:

meiTodo mundo já sabe que pequenos atos podem fazer uma enorme diferença. Atitudes simples, como apagar a luz e fechar a torneira enquanto se escova os dentes, podem ajudar e muito o meio ambiente. Pensando nisso, o arquiteto e designer Glaucio Gonçalves sugere oito iniciativas sustentáveis que podem ser feitas em casa, sem requerer esforço ou tempo. Confira:
1- Economize água: segundo a ONU, aproximadamente 2 bilhões de pessoas sofrem com a escassez de água. Para quem mora em casa, faça captação de águas pluviais para molhar as plantas e reutilizar nas descargas. Reutilize a água da máquina de lavar para limpar o quintal e calçadas. Feche a torneira enquanto escovar os dentes. Tome banhos rápidos.
2- Economize energia: abra as janelas e apague a luz do ambiente que não estiver em uso. Desligue o ar condicionado sempre que possível, utilize o chuveiro e o ferro de passar conscientemente e utilize lâmpadas econômicas e de LED em ambientes de longa permanência. Outra dica importante é desligar o equipamento eletrônico da tomada. Estima-se que, em média, 15% da conta de eletricidade de uma residência deva-se ao consumo de aparelhos em stand-by. Aí está uma providência simples que resulta em economia de energia (em outras palavras, reduz o uso de recursos naturais e a emissão de gases do efeito estufa) e alivia o peso da conta de luz.
3- Coleta seletiva e reciclagem: Papel, vidro e plástico são recicláveis, com vantagens óbvias para a natureza, economiza-se matéria-prima e energia. Evita-se o acúmulo de detritos em aterros e lixões. O problema é como fazer isso. Raras cidades brasileiras têm coleta seletiva de lixo. Em São Paulo, por exemplo, esse tipo de serviço só atende a 20% das residências. Em muitos lugares, o melhor a fazer é encaminhar o material reciclável para instituições ou cooperativas de recicladores. Outra dica é não comprar alimentos ou cozinhar mais do que o necessário. Isso só gerará um volume ainda maior de lixo.

4- Substitua sacolas de plástico:  A substituição pelas sacolas de papel é a primeira – e, muitas vezes, a única – atitude sustentável que pessoas e empresas estão dispostas a adotar. Em decorrência disso, o consumo de embalagens de papel no Brasil aumentou 30% desde o ano passado. O plástico das sacolas demora quatro séculos para se decompor na natureza, usa petróleo como matéria-prima e, se jogado em rios e mares, provoca a morte de animais que engolem o resíduo.

5- Não jogue óleo na pia:  O óleo que é jogado na rede de esgotos ajuda a formar uma massa compacta de detritos que entope as tubulações e contribui para inundações. Quando contamina os reservatórios, o óleo torna mais caro e trabalhoso o tratamento da água para uso nos domicílios. Uma boa prática é recolher o óleo usado e encaminhá-lo a uma instituição ou empresa que cuide de sua reciclagem.

6- Compre a produção local: Vá à feira. De modo geral, as verduras e as frutas disponíveis nos supermercados viajam longas distâncias até chegar a seu destino final. Imagine a emissão de gás carbônico decorrente dessas longas travessias. Em relação aos produtos importados, prefira os transportados por navio, que causam cinco vezes menos impacto na emissão de poluentes em comparação ao frete rodoviário. Logo, ir à feira é uma atitude sustentável.

7- A limpeza de casa pode ser sustentável também: Use capachos nas portas de entrada e retire sapatos para entrar na casa. Desta forma, evita-se a entrada de sujeira em excesso, o que diminui o uso de vários produtos de limpeza. Arrumar os ambientes aos poucos e não deixar a sujeira acumular economiza tempo e material. Produtos de limpeza precisam de tempo para agir. Deixar de molho pode ser mais eficiente que lavar mais de uma vez. O mesmo vale para chão e outras superfícies, como pias.

8- Utilize a escada: Quando tiver que subir ou descer poucos andares, prefira a escada a elevadores. Além de economizar energia e colaborar com o meio ambiente, ainda melhora a sua saúde também.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Vencido, regulador para gás aumenta risco de explosão

Regulador para gás com validade vencida pode causar vazamento e aumentar o risco de explosões

gasTodo regulador para gás tem vida útil e garantia de cinco anos. A troca no tempo predeterminado pode evitar problemas com segurança ? mangueira e regulador vencidos ou em mal estado de conservação podem causar vazamentos.
?Acidentes com botijões de gás podem ter consequências muito graves, como a ocorrida recentemente no Rio de Janeiro. Ao efetuar a manutenção correta, o consumidor protege a si, à sua família e aos que vivem próximos à sua residência?, explica Henry Laterza, gerente de marketing da Aliança Metalúrgica, empresa fabricante de reguladores para gás há 84 anos.
O executivo alerta que é preciso cautela ao escolher reguladores e mangueiras. ?Todo regulador para gás deve possuir a marca de conformidade do InMetro. É importante também verificar a data de validade, a idoneidade da empresa fabricante e a existência de assistência técnica com profissionais habilitados para ajudar nas dúvidas de instalação?, recomenda Laterza.
O executivo afirma que ao efetuar a troca no prazo estabelecido, o consumidor pode diminuir suas despesas com o gás de cozinha (GLP). ?Isso acontece porque o regulador vencido não consegue retirar todo o gás do botijão, ou seja, o consumidor gasta mais, já que devolve o botijão ainda com uma quantidade de gás. A economia pode chegar a até 30%?, finaliza o gerente da Aliança Metalúrgica, Henry Laterza.
Anote:
Regulador para Gás: é uma peça que regula e bloqueia a passagem do gás do botijão para o consumo. No regulador deve constar a gravação do código NBR 8473 do InMetro; e a data de validade.
Mangueira: A Mangueira tem a função de levar o gás do Botijão ou da instalação embutida na parede até o fogão. Ela nunca deve ter mais de 120 cm de comprimento. As mangueiras oficiais são feitas em PVC transparente, e têm uma tarja amarela onde estão gravados o prazo de sua validade e o código NBR 8613, uma garantia de que foram fabricadas segundo padrões técnicos de segurança.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Naldo e Moranguinho se casam no Rio de Janeiro

Naldo Benny e Ellen Cardoso , a Mulher Moranguinho , casaram-se na noite dessa segunda-feira (23) numa casa de festas em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Apesar de uma lista de convidados estreladíssima, apenas alguns deram as caras como David Brazil ,Gracyanne Barbosa e Belo - ele foi a atração musical da festa - Regina Casé e Dani Bolina . Todos entraram com os vidros do carro fechados e não falaram com a imprensa.






















Apesar da chuva que caiu o dia todo na cidade, a noite foi um pouco mais calma apenas com chuviscos que não estragaram a festa. Moranguinho, que havia prometido chegar de carruagem, desistiu da ideia e chegou ao local da festa em um carro de luxo. O vestido de noiva exibia um decote generoso todo drapeado em pedraria.
Naldo deixou de lado a história de se casar de bermuda e usou um tradicional fraque muito bem cortado, seguindo a orientação do estilista Geraldo Couto que assumiu o look dos noivos depois do desentendimento de Moranguinho com George Moreira - famoso estilista de noivas que alegou que a dançarina não queria pagar pela peça produzida exclusivamente para a moça.

Risoto de camarão, vodca e água de coco
No cardápio, as mais variadas comidinhas: os convidados degustaram escondidinho de carne de sol, passando por cuscuz marroquino com mignon ao conhaque além de risoto de camarão com champanhe, arroz de brócolis e quiche, sem deixar de lado algumas opções de saladas. Para beber o que todos esperavam, além de uísque, vodca e água de coco como na música do cantor.
Belo cantou para os noivos na festa. Ele se apresentou com a banda completa, como presente de casamento. Os noivos presentearam os convidados com o tradicional bem casado e um frasco de perfume com o brasão da nova família que exibe um E e um R, as iniciais dos dois.
Convidados ausentes e filho indignado
Pelas redes sociais, os famosos que não compareceram ao enlace mandaram recados. Preta Gildesejou muito amor aos noivos e aproveitou para mandar um recadinho para os comentários maldosos que circularam depois da festa: "O mais importante da vida é sermos autênticos e vocês são! O que as pessoas falam e julgam não vale de nada, ninguém tem esse direito, o que é lindo pra mim pode não ser pros outros", disse.
Também nas redes sociais, o filho de 14 anos do cantor, Pablo Jorge , desabafou sobre o casamento do pai com a namorada de quem não é nem um pouco amigo. "Eu quero que o mundo se ***@%$", disse ele numa foto publicada no Instagram .
Instagram
Pablo Jorge: 'Indignado'

Caso Telexfree: Justiça nega pedido de recuperação judicial

Medida suspenderia cobranças contra a empresa e levaria a desconto nas dívidas



A Telexfree teve negado o pedido de recuperação judicial feito na semana passada porque tem menos de dois anos de funcionamento – uma exigência prevista na legislação brasileira. A empresa argumentava que a medida permitiria o ressarcimento dos divulgadores, como são chamados os cerca de 1 milhão de associados que pagaram para entrar no negócio no Brasil.
A Ympactus Comercial, razão social da Telexfree no Brasil, foi fundada em 2010, mas a empresa só deu início às suas atividades efetivamente em 1º de março de 2012, segundo o juiz Braz Aristóteles dos Reis, da Vara de Recuperação Judicial e Falência de Vitória (ES).
O pedido de recuperação foi feito no dia 19 de setembro de 2013 – ou seja, um ano e cinco meses depois do início das atividades. A lei que regulamenta a recuperação judicial , entretanto, só permite que o pedido seja feito após dois anos anos.
Os advogados da Telexfree ainda tentaram argumentar que as atividades já estavam em vigor há mais de dois anos, apresentando comprovantes de receita bruta de setembro e outubro de 2011. Mas o juiz considerou a prova insuficiente, uma vez que Telexfree, naqueles meses, só conseguiu confirmar ganho de R$ 84.
Bloqueio
Considerada uma pirâmide financeira pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) , a Telexfree está com as atividades e contas bloqueadas desde 18 de junho deste ano por decisão judicial .Dezenas de associados têm entrado com ação para pedir a devolução das verbas .
A recuperação judicial suspenderia temporariamente toda cobrança contra a empresa. Além disso, muito provavelmente levaria a descontos nos valores devidos aos divulgadores, segundo a advogada Ana Luisa Porto Borges, do Peixoto e Cury Advogados Associados.
A reportagem entrou em contato com Horst Fuchs, um dos advogados da Telexfree, mas foi orientada a ligar para Danny Gomes, que atua na ação de recuperação. Ele não atendeu os telefonemas.
Em seu site numa rede social, o diretor de marketing da empresa, Carlos Costa, informou que fará um pronunciamento nesta terça-feira (25).
Possibilidade de recuperação
Os representantes da Telexfree negam irregularidades, e argumentam que o faturamento vem da venda de pacotes de telefonia por internet (VoIP, na sigla em inglês), e não das taxas de adesão pagas pelos divulgadores – que é o argumento do MP-AC para dizer que a empresa é uma pirâmide financeira. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), porém, diz que o VoIP da empresa é clandestino .
No pedido de recuperação judicial, segundo o juiz, a Telexfree argumenta estar em más condições financeiras porque a Telexfree Inc. – fundada em 2002 pelos donos da Ympactus no Brasil – rompeu o contrato para fornecimento da tecnologia VoIP. A empresa, escreveu o juiz, poderia recorrer a outros provedores do serviço após sanar suas dívidas.

Esclarecimentos "Blog Sidnei Fernandes":
Por não se tratar de informações oficiais, orientamos aos nossos leitores se atentarem para em breve um bloetim explicativo oficial da Telexfree.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Os imóveis que podem ser ciladas

Oito investimentos imobiliários que podem gerar dor de cabeça para o comprador desavisado

Salas comerciais são investimentos complexos e arriscados para a pessoa física - Foto: Getty Images
Salas comerciais são investimentos complexos e arriscados para a pessoa física – Foto: Getty Images
Tanto para quem compra um imóvel para morar, quanto para investir ou especular, alguns imóveis podem constituir uma verdadeira cilada. As situações incluem desde pendências judiciais geradoras de dores de cabeça e altos custos até investimentos feitos sem o cuidado e a informação necessários ao sucesso do negócio. Veja abaixo oito investimentos imobiliários que podem ser armadilhas para o comprador, segundo especialistas:
Salas comerciais
Na opinião do professor João da Rocha Lima Jr., do núcleo de Real Estate da Poli-USP, as salinhas comerciais não são recomendadas para o pequeno investidor. “O investidor precisa ser passivo, tanto para alugar quanto para manter a qualidade do imóvel. Não é possível ser proativo para buscar mercado, e a qualidade do imóvel é direcionada por uma assembleia de condomínio confusa”, diz o professor.
Para os pequenos investidores que quiserem investir em imóveis comerciais, Rocha Lima recomenda aplicações em fundos imobiliários, notadamente os de shopping centers, desde que o preço da cota seja justo e comporte valorização. “É um investimento de maior liquidez, no qual você pode entrar com 100.000 reais e, dali a um tempo, tirar apenas 10.000 reais, o que não é possível fazer com o imóvel físico”, diz o professor.
Imóvel na planta
O imóvel na planta tanto pode ser um bom negócio, pela possibilidade de comprá-lo por um preço mais em conta e customizá-lo, quanto pode gerar uma grande dor de cabeça. Embora as construtoras já estejam fazendo um esforço para solucionar a onda de atrasos em obras que assolou o mercado brasileiro em 2011, os atrasos fazem parte do risco do negócio, e chegam a ser previstos em contrato.
Quando o imóvel atrasa, vários fatores costumam pesar contra o comprador. Primeiro que a previsão de um atraso de 180 dias no contrato já não tem sustentação legal, pois deixa o comprador em clara desvantagem. Segundo que, ao atrasar, a obra acaba onerando financeiramente o comprador. Este não consegue migrar seu financiamento da construtora para o banco enquanto o imóvel não estiver pronto, e é obrigado a pagar parcelas reajustadas pelo INCC, um índice de inflação que costuma subir acima do IPCA.
Terminada a obra, o hiato entre a expedição do Habite-se e a da matrícula do imóvel pode se tornar mais uma dor de cabeça. A burocracia envolvida no processo atrasa a migração do financiamento para o banco, e como o imóvel já está pronto, o comprador fica obrigado a pagar juros mais INCC sobre suas parcelas. Além disso, o Habite-se pode ser expedido antes que o imóvel esteja de fato habitável, o que atrasa a mudança do proprietário para a nova casa.
É claro que para todas essas situações, os direitos do comprador estão resguardados. Mas se a construtora não aceitar um acordo, a questão terá que ser levada à Justiça. “Quem compra um imóvel na planta para morar e ainda vive de aluguel deve se preparar para atrasos de no mínimo seis meses e para os reajustes pelo INCC. E também já reservar a ‘parcela das chaves’, para não se assustar”, diz o economista Luiz Calado, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF) e autor do livro “Imóveis – seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio”.
Imóvel ainda na planta, originalmente comprado por outra pessoa
É relativamente comum que uma pessoa que comprou um imóvel na planta o revenda ainda em construção e sem ter quitado o financiamento. O problema é que isso não pode ser feito por meio de um contrato de compra e venda, como muita gente faz. “É vender algo que não é seu. Esse instrumento é nulo. Mais para frente, o comprador não vai conseguir fazer a escritura”, explica Alex Strotbek, consultor imobiliário da Areal Pires Advogados.
Ele explica que nesses casos ocorre uma cessão de direitos e obrigações, não uma venda. Portanto, deve ser confeccionado um contrato específico para este fim, inclusive com anuência da construtora.
Imóvel em leilão
Fazer um bom negócio por meio da compra de um imóvel em leilão não é simples. Há que se tomar uma série de cuidados para não acabar comprando um imóvel cheio de pendências judiciais que vão levar anos – e muito dinheiro – para serem resolvidas. O investimento pode ficar mais caro do que se fosse comprado um imóvel sem pendências e a preço de mercado na mesma região. Fora que, enquanto as pendências existirem, o imóvel não poderá ser vendido, o que pode prejudicar o planejamento de quem especula com imóveis.
Leilões de imóveis, alerta Alex Strotbek, não são para leigos. “Os imóveis foram a leilão porque têm problemas relacionados a dívidas”, lembra o consultor. O comprador até pode arrematar por um bom preço, mas descobrir que o imóvel tem inúmeras penhoras em varas de Justiça diferentes, dívida de IPTU, condomínio e custos cartorários e tributários que vão tornar o imóvel mais caro do que a média na região onde ele está localizado.
“Tive um cliente que arrematou um imóvel com sete penhoras, em sete varas diferentes, e levou dois anos para baixar todas elas. Era para investimento, mas durante esse período ele não pôde fazer nada com o bem”, conta Strotbek. O problema é que as dívidas relacionadas ao imóvel são coligadas ao bem. Assim, são passadas para frente na hora da venda, se o comprador não exigir as certidões negativas.
Sendo assim, o comprador precisa tomar uma série de cuidados: ler todo o material fornecido pelo banco, pedir a matrícula do imóvel em um cartório de registro de imóveis, checar o cadastro de IPTU junto à prefeitura, verificar outras penhoras e quais as suas origens, e verificar junto à administração do condomínio se há dívidas. Com o volume de dívida em mãos, deve somá-lo aos custos de cartório e ao Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), além de calcular o custo de oportunidade, em função do tempo para sanar todos os débitos.
A partir do custo total, o comprador pode verificar se o lance inicial vale ou não a pena. Por isso é bom desconfiar dos lances baixos demais – em geral eles indicam imóveis bastante problemáticos.
Imóvel em inventário
Outro tiro que pode sair pela culatra. Imóveis em inventário costumam ser vendidos por preços inferiores aos de mercado quando os herdeiros têm pressa em se desfazer do bem, o que pode ser um bom negócio. Muitas vezes, o dinheiro da venda é usado para pagar as custas judiciais e os honorários dos advogados durante o processo. Mas o risco é alto, então é preciso ter uma série de cuidados.
A maior cilada em que o comprador pode entrar é comprar um imóvel por meio de um contrato de gaveta, sem que o bem tenha autorização judicial para ser vendido. Não importa se todos os herdeiros estão de acordo – sem um alvará do juiz, o bem não vai pertencer de fato ao comprador. Pode aparecer um novo herdeiro ou até um credor desconhecido e desfazer o negócio. Também é preciso que todos os herdeiros assinem a promessa de compra e venda, e que o comprador tenha em mãos todas as certidões negativas do falecido.
Imóveis de casais em separação ou divórcio
Esse caso é parecido com o do imóvel em inventário, embora seja um pouco mais simples. Novamente, comprar um imóvel que esteja sendo partilhado por um casal que se divorcia pode ser um ótimo negócio, pois eles podem ter pressa de se desfazer do bem para partilhar o dinheiro e concluir o processo. Porém, é fundamental que ambos os proprietários assinem a promessa de compra e venda e não tenham dívidas, o que fica comprovado pelas certidões negativas.
Se um dos dois não estiver de acordo com a venda, o comprador vai pagar, mas não vai se tornar, de fato, dono do bem. Alex Strotbek conta o caso de um cliente que comprou um imóvel de uma mulher que estava apenas separada do marido, e não divorciada. O imóvel, portanto, ainda era dele. “Uma pessoa não pode vender algo que não é inteiramente dela. A outra parte também precisa vender. Esse tipo de coisa é impeditivo”, diz Strotbek.
Proprietário com pendências judiciais
Assim como nos três casos anteriores, pode haver outros casos de pendências judiciais que inviabilizem o negócio ou deixem uma dor de cabeça para o comprador. “O vendedor estará impedido de vender um imóvel em execução fiscal ou de algum título particular ou mercantil. Se for seu único imóvel e ele não tiver patrimônio para cobrir a dívida, essa venda configura fraude”, diz o consultor imobiliário Alex Strotbek.
Por isso é fundamental pedir as certidões negativas do vendedor. “Se ele vende um imóvel em uma cidade, mas reside em outra, é preciso checar seu nome pelo menos nas duas cidades. Saber se ele já teve empresa, se já foi casado, esse tipo de coisa. Se houver uma dívida junto à União, por exemplo, o imóvel pode ser retomado mesmo que já esteja em seu nome”, diz o economista Luiz Calado.
Imóveis em regiões que ainda podem se desenvolver
Outra armadilha é se lançar em um mercado de lançamentos, baseando-se nas esperanças de que uma nova microrregião se desenvolva. Este é um caminho arriscado, que embora possa ser lucrativo, também depende de conhecimento do mercado. “O investidor deve visitar a região e só investir se já houver algo de fato acontecendo, se houver empreendimentos de construtoras de renome”, diz Strotbek.
Fonte: Exame.com

Como organizar a casa depois da mudança

Preparada para arregaçar as mangas? Então anote as dicas e otimize o seu tempo com a arrumação do novo lar

Depois da mudança
por Fabiana Franzolin
Se deparar com inúmeras caixas pós-mudança deixa qualquer um estressado. Entretanto, o momento é de ter calma e tranquilidade para que a organização da nova casa seja a mais eficiente possível. Esta organização já deve começar junto com a mudança propriamente dita, ou seja, quando a transportadora for trazendo os objetos para dentro da casa, vá organizando-os nos ambientes adequados. Por isso é tão importante etiquetar tudo durante o empacotamento.
Se você preferir arrumar a casa nova aos poucos, outra forma de se organizar é colocar todas as caixas em um único ambiente (em vez de cada uma no seu cômodo) e ir pegando uma por vez e guardando o conteúdo nos respectivos lugares. Dessa forma, ainda que você demore meses para colocar tudo em ordem, o novo lar não ficará parecendo uma zona de guerra, com caixas espalhadas por todos os cantos. Também é primordial limpar todos os armários, estantes, racks e gavetas antes de começar a guardar.

Se você já cumpriu estas etapas, então chegou a hora de arregaçar as mangas e ir ao trabalho. Veja as dicas para tirar de letra a arte da organização da casa pós-mudança:

1- Cada coisa em seu lugar: analise minuciosamente cada espaço. Você precisa saber exatamente onde pretende guardar cada coisa. Por exemplo, as roupas de cama vão ficar em qual armário? E as louças mais finas, os potes de plásticos e os copos? Na cozinha, os utensílios utilizados frequentemente devem estar ao alcance das mãos. A mesma regra vale para a área de serviço e a copa. Coloque todas as louças nos armários, mesmo sem lavar. Depois da casa organizada é que vem o processo de limpeza de cada item.

2- Defina prioridades: é fundamental elencar qual será a ordem de arrumação dos ambientes. Como ninguém vive sem roupa, o primeiro passo é organizar os armários. A sequência lógica é partir para a cozinha, pois é lá que se encontram alguns itens indispensáveis para o funcionamento de uma casa. Ah, e nunca se esqueça da regra básica: começou, termine! Só mude de ambiente quando tiver arrumado totalmente o anterior.

3- Elimine o desnecessário: desempacotar a mudança é um bom momento para avaliar a importância de cada objeto. Se você é do tipo que tem “dó” de desfazer-se das coisas, pense nas vantagens de ter mais espaço e dar um fim a coisas inúteis, que só ocupam os armários.

Sem tempo e sem paciência

 O processo de mudança é mesmo cansativo: empacotar, desempacotar, limpar e organizar tudo de novo na casa nova. Se você está sem tempo ou definitivamente não gosta desse processo todo, o mercado oferece a solução perfeita: empresas especializadas na organização pós-mudança.
A Otimiza Design, por exemplo, elabora um cronograma detalhado de como será a execução do serviço, dividindo inclusive as horas nos dias de trabalho. O cliente recebe um currículo de cada colaborador e, depois de finalizado o processo, todos os ambientes são fotografados para a elaboração de um relatório final que contém exatamente onde cada item foi guardado.

Sete dicas para economizar tempo e dinheiro na mudança

Exausto só de pensar em tudo que precisa ser organizado e embalado para a mudança? Veja as dicas e comece já

mudança
Encontrou a casa que você queria e está de mudança marcada? Não comece a empacotar sem antes conferir as dicas que vão fazer você economizar tempo e dinheiro:
1- Organize o tempo: Comece a organizar e empacotar pelo menos um mês antes do dia da mudança. Comece com coisas que você não usa diariamente: casacos pesados, livros, CD’s e outraos itens que você pode viver sem por algumas semanas. Comece devagar e dedique uma ou duas horas todos os dias para empacotar. O passo mais importante é escolher as coisas que serão empacotadas primeiro.
2- Recicle, doe e jogue fora: Antes de começar a empacotar as coisas para a mudança, você precisa se livrar do que não quer mais. Aproveite o processo para separar coisas que podem ser doadas e coisas que podem ser jogadas fora, recicláveis e não recicláveis, separando-as em caixas, sacolas e sacos apropriados. Um bom exemplo são roupas que você não usa há pelo menos dois anos e que ocupam o lugar de possíveis roupas novas. Isso se aplica a livros, brinquedos e objetos de decoração.

3- Limpe a geladeira: Alimentos e vitaminas não são como bom vinho: eles não ficam melhores com o tempo. Então vá até sua despensa, armário de remédios e vitaminas e jogue fora tudo que estiver vencido.

4- A caixa do “talvez”: Às vezes é difícil se desfazer de algumas coisas. Se você se sentir em dúvida em relação a algo, coloque-o na caixa do “talvez”. Depois de alguns dias, cheque a caixa novamente. É provável que as ideias fiquem mais claras e você consiga tomar uma decisão segura.

5- Utilize embalagens e malas que você já possui: Dê uma olhada em sua casa – é muito provável que você tenha recipientes plásticos, malas e sacolas que podem ser usados para empacotar as coisas na mudança. Só não se esqueça de limpá-los antes, caso estejam guardados há muito tempo.

6- Proteja os objetos frágeis com toalhas: Ao invés de empacotar as toalhas em uma caixa grande, use-as para forrar as caixas em que você irá colocar louças ou quaisquer outros objetos frágeis. Coloque outra toalha por cima e feche a caixa.

7- Etiquete tudo: Coloque etiquetas na lateral das caixas e não em cima. Dessa forma, você poderá saber o que tem dentro de cada uma, mesmo quando elas estiverem empilhadas. Utilizar cores diferentes e escrever o nome do ambiente ao qual os itens dentro da caixa pertencem (ex.: talheres-cozinha) também irá ajudar na hora de colocar tudo no lugar na casa nova.